Aprovação dos paulistas a Serra atinge 56%
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Hoje na Folha O governador José Serra (PSDB) é aprovado por 56% dos paulistas, revela pesquisa Datafolha realizada em maio e publicada na edição de hoje da Folha (íntegra disponível para assinantes do UOL e do jornal).
Na pesquisa de março, a taxa dos que consideram a gestão do tucano ótima ou boa era de 53%. Ou seja, de lá para cá oscilou positivamente três pontos percentuais.
O índice dos que avaliam como regular o atual governo ficou estável em 33%. A taxa dos que reprovam a gestão de Serra oscilou de 11% para 9% de março paramaio.
O Datafolha ouviu 2.058 moradores do Estado com16 anos ou mais entre os dias 26 e 28 de maio. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
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QUE DEUS TE ABENÇOE MUITO
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segunda-feira, 1 de junho de 2009
ALCKMIM AMPLIA VANTAGEM NA BRIGA PELO GOVERNO DE SÃO PAULO 2010 COM 47%
Alckmin amplia vantagem na briga pelo governo de SP, mostra Datafolha
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da Folha Online
Hoje na Folha O ex-governador paulista Geraldo Alckmin (PSDB) ampliou sua dianteira na corrida pelo Palácio dos Bandeirantes, informa reportagem de José Alberto Bombig, publicada na edição de hoje da Folha (íntegra disponível para assinantes do UOL e do jornal).
O ex-governador tucano obtém de 47% a 50% das intenções de voto, segundo pesquisa Datafolha realizada em maio. Na pesquisa de março, a taxa de intenção de voto em Alckmin variava de 41% a 46%.
Em segundo lugar está a ex-prefeita de São Paulo Marta Suplicy, com 15%. Em março, Marta aparecia com 13%. De marco para agora, a diferença entre os dois subiu de 28 para 32 pontos percentuais.
Sem Alckmin na disputa, Marta se isola na liderança com 25% das intenções de voto, seguida por Paulo Maluf (PP), com 15%. No levantamento anterior, sem Alckmin, Marta tinha 19% e estava tecnicamente empatada com Maluf --que aparecia com 17%.
A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Foram realizadas 2.058 entrevistas em 56 municípios entre os dias 26 e 28 de maio.
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da Folha Online
Hoje na Folha O ex-governador paulista Geraldo Alckmin (PSDB) ampliou sua dianteira na corrida pelo Palácio dos Bandeirantes, informa reportagem de José Alberto Bombig, publicada na edição de hoje da Folha (íntegra disponível para assinantes do UOL e do jornal).
O ex-governador tucano obtém de 47% a 50% das intenções de voto, segundo pesquisa Datafolha realizada em maio. Na pesquisa de março, a taxa de intenção de voto em Alckmin variava de 41% a 46%.
Em segundo lugar está a ex-prefeita de São Paulo Marta Suplicy, com 15%. Em março, Marta aparecia com 13%. De marco para agora, a diferença entre os dois subiu de 28 para 32 pontos percentuais.
Sem Alckmin na disputa, Marta se isola na liderança com 25% das intenções de voto, seguida por Paulo Maluf (PP), com 15%. No levantamento anterior, sem Alckmin, Marta tinha 19% e estava tecnicamente empatada com Maluf --que aparecia com 17%.
A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Foram realizadas 2.058 entrevistas em 56 municípios entre os dias 26 e 28 de maio.
VEJA AS CIDADES QUE A FIFA ESCOLHEU PARA COPA DE 2014 NO BRASIL
Nassau, Bahamas - A Fifa anunciou neste domingo as 12 cidades brasileiras que receberão os jogos da Copa do Mundo de 2014, espalhadas por todas as regiões do País. São elas: São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, da região Sudeste; Porto Alegre e Curitiba, no Sul; Brasília e Cuiabá, no Centro-Oeste; Salvador, Recife, Fortaleza e Natal, no Nordeste; e Manaus, no Norte.
A lista não teve nenhuma surpresa, já que essas cidades eram apontadas como favoritas entre as 17 candidatas. Originalmente deveriam ser apenas 10 sedes, mas a Fifa atendeu ao pedido do presidente da CBF, Ricardo Teixeira, e do governo brasileiro - o presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu os agradecimentos do presidente da Fifa, Joseph Blatter, por seu apoio à organização da competição.
"Ter 10 sedes era o princípio da Fifa, mas a intervenção de Ricardo Teixeira e o interesse do País fizeram com que chegássemos ao número de 12", admitiu Blatter durante o anúncio, realizado durante um congresso da Fifa, em Nassau, nas Bahamas. O presidente de honra da Fifa, João Havelange, que comandou a entidade entre 1974 e 1998, esteve presente na cerimônia.
O secretário-geral da Fifa, Jerome Valcke, disse que a escolha obedeceu a critérios técnicos, por conta das visitas feitas por técnicos da entidade, no começo deste ano, além dos projetos entregues pelas cidades. Blatter admitiu, depois, que a escolha mais difícil foi na região da Amazônia, onde Manaus foi escolhida em detrimento de Belém e Rio Braco. As outras cidades que ficaram sem a Copa são Florianópolis, Goiânia e Campo Grande.
"A questão não é apenas ser ou não ser sede, mas participar. Os empregos e investimentos da Copa não vão ficar restritos às sedes, e todas as outras cidades podem contar conosco se quiserem apresentar um projeto", disse Ricardo Teixeira, que já mandou um recado às cidades escolhidas. "O trabalho começa agora, e é preciso estar à altura desse grande privilégio."
A lista não teve nenhuma surpresa, já que essas cidades eram apontadas como favoritas entre as 17 candidatas. Originalmente deveriam ser apenas 10 sedes, mas a Fifa atendeu ao pedido do presidente da CBF, Ricardo Teixeira, e do governo brasileiro - o presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu os agradecimentos do presidente da Fifa, Joseph Blatter, por seu apoio à organização da competição.
"Ter 10 sedes era o princípio da Fifa, mas a intervenção de Ricardo Teixeira e o interesse do País fizeram com que chegássemos ao número de 12", admitiu Blatter durante o anúncio, realizado durante um congresso da Fifa, em Nassau, nas Bahamas. O presidente de honra da Fifa, João Havelange, que comandou a entidade entre 1974 e 1998, esteve presente na cerimônia.
O secretário-geral da Fifa, Jerome Valcke, disse que a escolha obedeceu a critérios técnicos, por conta das visitas feitas por técnicos da entidade, no começo deste ano, além dos projetos entregues pelas cidades. Blatter admitiu, depois, que a escolha mais difícil foi na região da Amazônia, onde Manaus foi escolhida em detrimento de Belém e Rio Braco. As outras cidades que ficaram sem a Copa são Florianópolis, Goiânia e Campo Grande.
"A questão não é apenas ser ou não ser sede, mas participar. Os empregos e investimentos da Copa não vão ficar restritos às sedes, e todas as outras cidades podem contar conosco se quiserem apresentar um projeto", disse Ricardo Teixeira, que já mandou um recado às cidades escolhidas. "O trabalho começa agora, e é preciso estar à altura desse grande privilégio."
JOSÉ SERRA TEM 38% DE INTENÇÕES DE VOTOS PARA PRESIDENTE DIZ PESQUISA
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Diferença entre Serra e Dilma cai 8 pontos no Datafolha
AE - Agencia Estado
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SÃO PAULO - A distância entre a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff (PT), e o governador de São Paulo, José Serra (PSDB), nas pesquisas eleitorais caiu oito pontos desde março, indica levantamento do Instituto Datafolha, publicada na edição de hoje do jornal Folha de S.Paulo. A pesquisa de intenção de voto para presidente no pleito de 2010 mostra Serra com 38% do eleitorado, Dilma com 16%, Ciro Gomes (PSB) com 15% e Heloísa Helena (PSOL) com 10%.
Na comparação com a pesquisa de março, Dilma subiu cinco pontos porcentuais e Serra caiu três. Na época, a distância entre os dois presidenciáveis era de 30 pontos. Agora, caiu para 22 pontos. A preferência pela petista cresce à medida que a população conhece seu nome. Se em março 53% dos eleitores se disseram familiarizados com Dilma, na última pesquisa, 65% conheciam a ministra. O índice de conhecimento da petista é superior ao do governador de Minas Gerais, Aécio Neves (61%), que disputa com Serra a indicação do PSDB.
O governador paulista, aliás, segue como o mais forte representante tucano para a disputa.
No cenário em que aparece como candidato do PSDB, Aécio fica na quarta posição, com 14% dos votos, tecnicamente empatado com Heloísa Helena (15%). Com esse quadro, Dilma teria 19% do eleitorado. Caso Serra e Aécio resolvessem disputar as eleições, o paulista lideraria, com 35% dos votos, enquanto o mineiro ficaria na última posição, com 9%. Dilma e Ciro ficariam com 14% cada e Heloísa Helena, com 10%.
O levantamento foi feito entre 26 e 28 de maio, com base em 5.129 entrevistas em 203 municípios de 25 Estados. A margem de erro é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos.
O Datafolha apurou ainda que 81% dos entrevistados consideram que Dilma agiu certo ao revelar seu tratamento contra um câncer linfático. Apenas 8% condenaram a atitude dela. O porcentual de intenção de voto na ministra, aliás, é mais alto entre os eleitores que dizem ter conhecimento a respeito da situação de saúde da petista. Eles são 65% do total de entrevistados. Entre este grupo, 22% votariam em Dilma e 35% em Serra. Na média nacional, 16% preferem a ministra e 38%, o governador paulista.
Mesmo assim, a maioria (45%) dos entrevistados consideram boa saúde um quesito "muito importante" para definir o voto. Outros 34% consideram a questão "nada importante". Dezenove por cento acham o tema "pouco importante". Dilma revelou, no fim de abril, que havia retirado um linfoma e teria de se submeter a sessões de quimioterapia.
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Diferença entre Serra e Dilma cai 8 pontos no Datafolha
AE - Agencia Estado
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SÃO PAULO - A distância entre a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff (PT), e o governador de São Paulo, José Serra (PSDB), nas pesquisas eleitorais caiu oito pontos desde março, indica levantamento do Instituto Datafolha, publicada na edição de hoje do jornal Folha de S.Paulo. A pesquisa de intenção de voto para presidente no pleito de 2010 mostra Serra com 38% do eleitorado, Dilma com 16%, Ciro Gomes (PSB) com 15% e Heloísa Helena (PSOL) com 10%.
Na comparação com a pesquisa de março, Dilma subiu cinco pontos porcentuais e Serra caiu três. Na época, a distância entre os dois presidenciáveis era de 30 pontos. Agora, caiu para 22 pontos. A preferência pela petista cresce à medida que a população conhece seu nome. Se em março 53% dos eleitores se disseram familiarizados com Dilma, na última pesquisa, 65% conheciam a ministra. O índice de conhecimento da petista é superior ao do governador de Minas Gerais, Aécio Neves (61%), que disputa com Serra a indicação do PSDB.
O governador paulista, aliás, segue como o mais forte representante tucano para a disputa.
No cenário em que aparece como candidato do PSDB, Aécio fica na quarta posição, com 14% dos votos, tecnicamente empatado com Heloísa Helena (15%). Com esse quadro, Dilma teria 19% do eleitorado. Caso Serra e Aécio resolvessem disputar as eleições, o paulista lideraria, com 35% dos votos, enquanto o mineiro ficaria na última posição, com 9%. Dilma e Ciro ficariam com 14% cada e Heloísa Helena, com 10%.
O levantamento foi feito entre 26 e 28 de maio, com base em 5.129 entrevistas em 203 municípios de 25 Estados. A margem de erro é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos.
O Datafolha apurou ainda que 81% dos entrevistados consideram que Dilma agiu certo ao revelar seu tratamento contra um câncer linfático. Apenas 8% condenaram a atitude dela. O porcentual de intenção de voto na ministra, aliás, é mais alto entre os eleitores que dizem ter conhecimento a respeito da situação de saúde da petista. Eles são 65% do total de entrevistados. Entre este grupo, 22% votariam em Dilma e 35% em Serra. Na média nacional, 16% preferem a ministra e 38%, o governador paulista.
Mesmo assim, a maioria (45%) dos entrevistados consideram boa saúde um quesito "muito importante" para definir o voto. Outros 34% consideram a questão "nada importante". Dezenove por cento acham o tema "pouco importante". Dilma revelou, no fim de abril, que havia retirado um linfoma e teria de se submeter a sessões de quimioterapia.
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80% DOS PAULISTANOS SÃO A FAVOR DE PROIBIÇÃO AO FUMO EM LOCAIS FECHADOS
Opinião Pública - 12/05/2009
80% dos paulistanos são a favor de proibição ao fumo em locais fechados
Entre fumantes, 59% são a favor e 86% declaram que vão respeitar lei
A lei que proíbe o fumo em ambientes coletivos fechados, sancionada pelo governador José Serra (PSDB) e que deve entrar em vigor no dia 6 de agosto é aprovada por ampla maioria dos paulistanos: 80% são a favor da medida. É o que revela pesquisa realizada pelo Datafolha nos dias 5 e 6 de maio de 2009.
Apenas 14% se dizem contra a lei e 5% se declaram indiferentes. Afirmam que vão respeitar a lei 86% dos fumantes; 11% admitem que não vão respeitá-la e 3% não sabem como vão agir.
Foram ouvidos 622 moradores da cidade de São Paulo, a partir dos 16 anos de idade. A margem de erro é de quatro pontos percentuais, para mais ou para menos.
Entre os fumantes, a maioria também é a favor da lei que proíbe o fumo em ambientes coletivos fechados. No entanto, a taxa dos que são favoráveis à medida (59%) entre eles é 21 pontos menor do que a registrada entre o total dos entrevistados. Um terço (33%) dos fumantes é contra a lei. Entre os que não fumam, por outro lado, 87% são a favor da lei (sete pontos acima da média).
A maioria acha que a lei será ótima ou boa para as pessoas que não fumam (95% pensam assim), para si próprios (84%) e para o Estado de São Paulo, de modo geral (81%).
Ao avaliar a lei pensando em si próprios, 60% dos fumantes acham que ela será ótima ou boa, ante 25% que declaram que ela será ruim ou péssima. Por outro lado, ao pensar no seu caso pessoal, 93% dos não fumantes declaram que a lei será ótima ou boa.
Na opinião de 51% a lei será ótima ou boa para os bares e restaurantes, ante que 36% consideram que ela será ruim ou péssima para esses estabelecimentos.
Para 63% a lei será ruim ou péssima para os fumantes, taxa que é similar entre os que têm esse hábito (60%) e entre os que não o têm (64%).
A maioria (61%) considera a lei rigorosa na medida certa. Para 21% o governo exagera no rigor e 16% acham que ela é menos rigorosa do que deveria ser. Entre os fumantes, 50% acham a lei rigorosa na medida certa (11 pontos abaixo da média) e 36% dizem que ela é mais rigorosa do que deveria ser (15 pontos acima da média).
Indagados sobre as conseqüências do fumo em locais fechados para a saúde das pessoas que não fumam, 91% dizem que esse hábito é muito prejudicial. Essa taxa é quase a mesma entre os que fumam (89%) e entre os não fumantes (92%).
A maioria declara ir a lanchonetes (68%) e a restaurantes (64%). Costumam frequentar bares 47% e, casas noturnas, 27%.
Entre os que vão a cada um desses locais as taxas dos que afirmam que não deixarão de frequentá-los fica acima de 90%, e a maioria diz que não haverá alteração na freqüência com que costumam ir; além disso, são majoritariamente favoráveis à lei.
A pesquisa também mostra que, entre os fumantes, ficam acima da média as taxas dos que afirmam ir a bares (chega a 63%, 16 pontos acima da média) e a casas noturnas (39%, 12 pontos acima da média). Entre eles também são superiores à média as taxas dos que afirmam que vão deixar de frequentar ou que vão diminuir a frequência com que vão a esses locais. Cerca de um quinto (22%) dos fumantes, por exemplo, afirma que vai visitar bares com menos freqüência (12 pontos acima da média).
A lei é de conhecimento de 91% dos entrevistados, dos quais 53% se dizem bem informados a respeito.
A pesquisa mostra que 26% dos moradores da capital paulista declaram fumar cigarros, mesmo que de vez em quando. Desses, 55% têm o hábito de fumar até 10 cigarros diariamente. Os entrevistados que costumam fumar utilizam, em média, 13 cigarros por dia.
São Paulo, 8 de maio de 2009.
80% dos paulistanos são a favor de proibição ao fumo em locais fechados
Entre fumantes, 59% são a favor e 86% declaram que vão respeitar lei
A lei que proíbe o fumo em ambientes coletivos fechados, sancionada pelo governador José Serra (PSDB) e que deve entrar em vigor no dia 6 de agosto é aprovada por ampla maioria dos paulistanos: 80% são a favor da medida. É o que revela pesquisa realizada pelo Datafolha nos dias 5 e 6 de maio de 2009.
Apenas 14% se dizem contra a lei e 5% se declaram indiferentes. Afirmam que vão respeitar a lei 86% dos fumantes; 11% admitem que não vão respeitá-la e 3% não sabem como vão agir.
Foram ouvidos 622 moradores da cidade de São Paulo, a partir dos 16 anos de idade. A margem de erro é de quatro pontos percentuais, para mais ou para menos.
Entre os fumantes, a maioria também é a favor da lei que proíbe o fumo em ambientes coletivos fechados. No entanto, a taxa dos que são favoráveis à medida (59%) entre eles é 21 pontos menor do que a registrada entre o total dos entrevistados. Um terço (33%) dos fumantes é contra a lei. Entre os que não fumam, por outro lado, 87% são a favor da lei (sete pontos acima da média).
A maioria acha que a lei será ótima ou boa para as pessoas que não fumam (95% pensam assim), para si próprios (84%) e para o Estado de São Paulo, de modo geral (81%).
Ao avaliar a lei pensando em si próprios, 60% dos fumantes acham que ela será ótima ou boa, ante 25% que declaram que ela será ruim ou péssima. Por outro lado, ao pensar no seu caso pessoal, 93% dos não fumantes declaram que a lei será ótima ou boa.
Na opinião de 51% a lei será ótima ou boa para os bares e restaurantes, ante que 36% consideram que ela será ruim ou péssima para esses estabelecimentos.
Para 63% a lei será ruim ou péssima para os fumantes, taxa que é similar entre os que têm esse hábito (60%) e entre os que não o têm (64%).
A maioria (61%) considera a lei rigorosa na medida certa. Para 21% o governo exagera no rigor e 16% acham que ela é menos rigorosa do que deveria ser. Entre os fumantes, 50% acham a lei rigorosa na medida certa (11 pontos abaixo da média) e 36% dizem que ela é mais rigorosa do que deveria ser (15 pontos acima da média).
Indagados sobre as conseqüências do fumo em locais fechados para a saúde das pessoas que não fumam, 91% dizem que esse hábito é muito prejudicial. Essa taxa é quase a mesma entre os que fumam (89%) e entre os não fumantes (92%).
A maioria declara ir a lanchonetes (68%) e a restaurantes (64%). Costumam frequentar bares 47% e, casas noturnas, 27%.
Entre os que vão a cada um desses locais as taxas dos que afirmam que não deixarão de frequentá-los fica acima de 90%, e a maioria diz que não haverá alteração na freqüência com que costumam ir; além disso, são majoritariamente favoráveis à lei.
A pesquisa também mostra que, entre os fumantes, ficam acima da média as taxas dos que afirmam ir a bares (chega a 63%, 16 pontos acima da média) e a casas noturnas (39%, 12 pontos acima da média). Entre eles também são superiores à média as taxas dos que afirmam que vão deixar de frequentar ou que vão diminuir a frequência com que vão a esses locais. Cerca de um quinto (22%) dos fumantes, por exemplo, afirma que vai visitar bares com menos freqüência (12 pontos acima da média).
A lei é de conhecimento de 91% dos entrevistados, dos quais 53% se dizem bem informados a respeito.
A pesquisa mostra que 26% dos moradores da capital paulista declaram fumar cigarros, mesmo que de vez em quando. Desses, 55% têm o hábito de fumar até 10 cigarros diariamente. Os entrevistados que costumam fumar utilizam, em média, 13 cigarros por dia.
São Paulo, 8 de maio de 2009.
sábado, 30 de maio de 2009
EUA DIZEM QUE RESPONDERÃO A AMEAÇAS DA COREIA DO NORTE
EUA dizem que responderão a ameaças da Coreia do Norte
Sul-coreanos afirmam que Pyongyang transporta míssil intercontinental para lançamento em junho
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CINGAPURA - A Coreia do Norte está preparando o lançamento de um míssil intercontinental, levando em conta os movimentos detectados em instalações militares, disseram fontes anônimas citadas neste sábado, 30, pela agência sul-coreana Yonhap. As mesmas fontes asseguram que a Coreia do Sul possui imagens de satélite de um trem de carga que transporta o que poderia ser um míssil de longo alcance nas cercanias de Pyongyang. O secretário americano de Defesa, Robert Gates, disse em Cingapura que os EUA não aceitarão uma Coreia do Norte nuclear. Gates assegurou também que os EUA responderão "rapidamente" se as ambições nucleares da Coreia do Norte representarem uma ameaça para a América ou seus aliados na Ásia.
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video TV Estadão: Roberto Godoy analisa o novo teste nuclear do país
especial Especial: As armas e ambições das potências nucleares
especialLinha do tempo da ameaça nuclear norte-coreana
lista Conheça o arsenal de mísseis norte-coreano
Tanto Coreia do Sul como Estados Unidos acreditam que o regime comunista de Pyongyang estaria preparando o lançamento de um míssil intercontinental tipo Taepodong capaz de atingir em teoria o Alasca e o Havaí. "Não ficaremos parados enquanto Pyongyang desenvolve sua capacidade para semear a destruição", disse Gates durante reunião de ministros de Defesa. Segundo especialistas, Washington não vê opção militar satisfatória, em parte porque Pyongyang dispõe de um enorme poder de fogo dirigido aos seus vizinhos sul-coreanos, mas também porque o país pode facilmente dissimular suas armas e elementos do seu programa nuclear.
Segundo a Yonhap, a preparação para o lançamento levaria cerca de dois meses, mas o especialista assinalou que o processo poderia terminar em duas semanas, com o lançamento acontecendo em meados de junho. Além disso, outras fontes da Defesa consultadas pela agência de notícias revelaram que foram detectados movimentos em uma fábrica de armamento norte-coreana utilizada normalmente para a fabricação de mísseis.
O movimento é similar ao que ocorreu durante os trabalhos prévios ao lançamento, no mês passado, de um míssil Taepodong-2, capaz de atingir o Alasca. Sem fornecer detalhes, os americanos lembraram que os EUA estão monitorando de perto as bases de mísseis norte-coreanas, assim como outras instalações militares.
Como responder aos testes da Coreia do Norte é um dos principais assuntos da conferência, que reúne autoridades de defesa e segurança da Ásia e da região do Pacífico. O ministro da Defesa da Coreia do Sul, Lee Sang-hee, disse que os testes são "uma séria ameaça". Mesmo a China, que anteriormente ignorou as sanções das Nações Unidas para punir a Coreia do Norte após os testes atômicos de 2006, apoiou as declarações. "Como vizinho próximo da Coreia do Norte, a China tem expressado uma oposição firme e grande preocupação com o teste nuclear (de segunda-feira)", disse o major-general Ma Xiaotian, o segundo homem mais importante na hierarquia do Exército chinês.
Com um Exército de mais de 1 milhão de soldados e um vasto arsenal de artilharia e mísseis apontado para a Coreia do Sul e para o Japão, o regime norte-coreano poderia provocar um massacre em represália a um ataque preventivo. As vítimas chegariam às centenas de milhares, provavelmente desde os primeiros dias de um eventual conflito, garantem os especialistas. "Se tiver início uma guerra de proporções consideráveis, as baixas seriam inimagináveis", disse Chaibong Hahm, principal cientista político da Corporação Rand, um centro de estudos estratégicos com sede na Califórnia. "Afinal de contas, ninguém duvida que as forças americanas e sul-coreanas seriam vitoriosas. Mas a questão é: a que preço?".
Como responder aos testes da Coreia do Norte é um dos principais assuntos da conferência, que reúne autoridades de defesa e segurança da Ásia e da região do Pacífico. O ministro da Defesa da Coreia do Sul, Lee Sang-hee, disse que os testes são "uma séria ameaça". Mesmo a China, que anteriormente ignorou as sanções das Nações Unidas para punir a Coreia do Norte após os testes atômicos de 2006, apoiou as declarações. "Como vizinho próximo da Coreia do Norte, a China tem expressado uma oposição firme e grande preocupação com o teste nuclear (de segunda-feira)", disse o major-general Ma Xiaotian, o segundo homem mais importante na hierarquia do Exército chinês.
Tags: Coreia do Norte, EUA, programa nuclear O que são TAGS?
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Abaixo a Violência!!!! Sim ao Nudismo Social.
Sáb, 30/05/09 14:33 , Anônimo
Pessoal vamos ser contra a violência e desrespeito ao próximo e a favor do NATURISMO. Só o NATURISMO( pratica da Nudez social em conjunto com a natureza), pode salvar a humanidade da violencia e caos Generalizado.
Porque uns podem outros não???
Sáb, 30/05/09 14:14 , Anônimo
Israel pode, Paquistão pode, Índia pode, Rússia pode, China pode e tantos outros podem....Porque a Coréia do Norte não pode, porque o Irã não pode, porque o Brasil não pode???? Quanta hiporcrisia....ou será que só os países "pacíficos podem ter armas nucleares??? Pacíficos com isralenses, americanos, paquistaneses?????? É uma forma de chamar a atenção....
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Segundo a Yonhap, a preparação para o lançamento levaria cerca de dois meses, mas o especialista assinalou que o processo poderia terminar em duas semanas, com o lançamento acontecendo em meados de junho. Além disso, outras fontes da Defesa consultadas pela agência de notícias revelaram que foram detectados movimentos em uma fábrica de armamento norte-coreana utilizada normalmente para a fabricação de mísseis.
O movimento é similar ao que ocorreu durante os trabalhos prévios ao lançamento, no mês passado, de um míssil Taepodong-2, capaz de atingir o Alasca. Sem fornecer detalhes, os americanos lembraram que os EUA estão monitorando de perto as bases de mísseis norte-coreanas, assim como outras instalações militares.
Como responder aos testes da Coreia do Norte é um dos principais assuntos da conferência, que reúne autoridades de defesa e segurança da Ásia e da região do Pacífico. O ministro da Defesa da Coreia do Sul, Lee Sang-hee, disse que os testes são "uma séria ameaça". Mesmo a China, que anteriormente ignorou as sanções das Nações Unidas para punir a Coreia do Norte após os testes atômicos de 2006, apoiou as declarações. "Como vizinho próximo da Coreia do Norte, a China tem expressado uma oposição firme e grande preocupação com o teste nuclear (de segunda-feira)", disse o major-general Ma Xiaotian, o segundo homem mais importante na hierarquia do Exército chinês.
Com um Exército de mais de 1 milhão de soldados e um vasto arsenal de artilharia e mísseis apontado para a Coreia do Sul e para o Japão, o regime norte-coreano poderia provocar um massacre em represália a um ataque preventivo. As vítimas chegariam às centenas de milhares, provavelmente desde os primeiros dias de um eventual conflito, garantem os especialistas. "Se tiver início uma guerra de proporções consideráveis, as baixas seriam inimagináveis", disse Chaibong Hahm, principal cientista político da Corporação Rand, um centro de estudos estratégicos com sede na Califórnia. "Afinal de contas, ninguém duvida que as forças americanas e sul-coreanas seriam vitoriosas. Mas a questão é: a que preço?".
Como responder aos testes da Coreia do Norte é um dos principais assuntos da conferência, que reúne autoridades de defesa e segurança da Ásia e da região do Pacífico. O ministro da Defesa da Coreia do Sul, Lee Sang-hee, disse que os testes são "uma séria ameaça". Mesmo a China, que anteriormente ignorou as sanções das Nações Unidas para punir a Coreia do Norte após os testes atômicos de 2006, apoiou as declarações. "Como vizinho próximo da Coreia do Norte, a China tem expressado uma oposição firme e grande preocupação com o teste nuclear (de segunda-feira)", disse o major-general Ma Xiaotian, o segundo homem mais importante na hierarquia do Exército chinês.
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Abaixo a Violência!!!! Sim ao Nudismo Social.
Sáb, 30/05/09 14:33 , Anônimo
Pessoal vamos ser contra a violência e desrespeito ao próximo e a favor do NATURISMO. Só o NATURISMO( pratica da Nudez social em conjunto com a natureza), pode salvar a humanidade da violencia e caos Generalizado.
Porque uns podem outros não???
Sáb, 30/05/09 14:14 , Anônimo
Israel pode, Paquistão pode, Índia pode, Rússia pode, China pode e tantos outros podem....Porque a Coréia do Norte não pode, porque o Irã não pode, porque o Brasil não pode???? Quanta hiporcrisia....ou será que só os países "pacíficos podem ter armas nucleares??? Pacíficos com isralenses, americanos, paquistaneses?????? É uma forma de chamar a atenção....
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SBT PODE PAGAR R$ 1 MILHÃO DE REAIS DE INDENIZAÇÃO POR CASO MAISA
26/05 - 08:48hs
SBT pode ter que pagar R$ 1 milhão de indenização por caso Maísa
Atualizada às 13h
E continua a polêmica por conta do "Caso Maisa", desde que a apresentadora mirim, de sete anos, chorou ao vivo, por duas vezes, no "Programa Silvio Santos", do SBT. Agora, de acordo com a Folha de S. Paulo, o Ministério Público do Trabalho move uma ação contra a emissora paulistana e exige que ela indenize os trabalhadores envolvidos na questão em R$ 1 milhão.
Assista aos vídeos:
Silvio Santos coloca Maísa em mala
Maísa toma susto no SBT
Maísa chora e bate a cabeça no SBT
O órgão contesta o trabalho de Maisa, que na última semana completou sete anos, e alega dano moral coletivo. O valor da indenização seria revertido para o FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador).
O procurador Orlando Schiavon Júnior, da Procuradoria do Trabalho do Município de Osasco, deu entrada com a ação civil pública na sexta-feira (22), mas o juiz da 2ª Vara do Trabalho de Osasco ainda não analisou o caso.
De acordo com a ação, enviada por e-mail ao Babado pela assessoria de imprensa do Ministério Público do Trabalho, o SBT tem um alvará, concedido pela Vara da Infância e da Juventude da Comarca de Osasco, que autoriza a participação de Maisa no programa “Bom Dia & Cia”, destinado ao público infantil. No entanto, a emissora não tem autorização judicial para que Maisa participe do “Programa Sílvio Santos”, como vinha acontecendo nos últimos tempos, durante o quadro “Pergunte para Maisa”.
Por este motivo, e por considerar que a menina vem sendo submetida a situações constrangedoras, o MPT está movendo esta ação contra o SBT. Antes disso, a Vara da Infância e da Juventude conseguiu revogar a licença de trabalho da menina, que já foi impedida de participar do “Programa Sílvio Santos”.
Além disso, segundo a ação, Maisa só tem permissão de trabalhar, mesmo em seu programa infantil, exibido de segunda a sexta-feira, caso grave apenas uma vez por semana, sem que isso atrapalhe seus momentos de estudo e lazer.
Sobre o caso
No dia 14 de maio, durante o quadro “Pergunte para Maísa”, exibido no “Programa Silvio Santos”, a apresentadora mirim teve uma crise de choro ao ficar frente a frente com um menino fantasiado de monstro. Antes disso, ela chegou a pedir que Silvio Santos não o deixasse entrar no palco, já que estava com medo. No programa seguinte, afirmou ter ficado magoada com o apresentador. Nervosa, saiu do palco chorando e acabou batendo com a cabeça em uma câmera.
Leia também: Vara da Infância proíbe Maísa de trabalhar no "Programa Silvio Santos"
SBT pode ter que pagar R$ 1 milhão de indenização por caso Maísa
Atualizada às 13h
E continua a polêmica por conta do "Caso Maisa", desde que a apresentadora mirim, de sete anos, chorou ao vivo, por duas vezes, no "Programa Silvio Santos", do SBT. Agora, de acordo com a Folha de S. Paulo, o Ministério Público do Trabalho move uma ação contra a emissora paulistana e exige que ela indenize os trabalhadores envolvidos na questão em R$ 1 milhão.
Assista aos vídeos:
Silvio Santos coloca Maísa em mala
Maísa toma susto no SBT
Maísa chora e bate a cabeça no SBT
O órgão contesta o trabalho de Maisa, que na última semana completou sete anos, e alega dano moral coletivo. O valor da indenização seria revertido para o FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador).
O procurador Orlando Schiavon Júnior, da Procuradoria do Trabalho do Município de Osasco, deu entrada com a ação civil pública na sexta-feira (22), mas o juiz da 2ª Vara do Trabalho de Osasco ainda não analisou o caso.
De acordo com a ação, enviada por e-mail ao Babado pela assessoria de imprensa do Ministério Público do Trabalho, o SBT tem um alvará, concedido pela Vara da Infância e da Juventude da Comarca de Osasco, que autoriza a participação de Maisa no programa “Bom Dia & Cia”, destinado ao público infantil. No entanto, a emissora não tem autorização judicial para que Maisa participe do “Programa Sílvio Santos”, como vinha acontecendo nos últimos tempos, durante o quadro “Pergunte para Maisa”.
Por este motivo, e por considerar que a menina vem sendo submetida a situações constrangedoras, o MPT está movendo esta ação contra o SBT. Antes disso, a Vara da Infância e da Juventude conseguiu revogar a licença de trabalho da menina, que já foi impedida de participar do “Programa Sílvio Santos”.
Além disso, segundo a ação, Maisa só tem permissão de trabalhar, mesmo em seu programa infantil, exibido de segunda a sexta-feira, caso grave apenas uma vez por semana, sem que isso atrapalhe seus momentos de estudo e lazer.
Sobre o caso
No dia 14 de maio, durante o quadro “Pergunte para Maísa”, exibido no “Programa Silvio Santos”, a apresentadora mirim teve uma crise de choro ao ficar frente a frente com um menino fantasiado de monstro. Antes disso, ela chegou a pedir que Silvio Santos não o deixasse entrar no palco, já que estava com medo. No programa seguinte, afirmou ter ficado magoada com o apresentador. Nervosa, saiu do palco chorando e acabou batendo com a cabeça em uma câmera.
Leia também: Vara da Infância proíbe Maísa de trabalhar no "Programa Silvio Santos"
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