03/06/2009 - 01h01
Câmara aprova projeto que permite visita íntima a menores infratores
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da Folha Online
A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira o projeto de lei que regulamenta as medidas aplicáveis às crianças e adolescentes infratores. Entre as medidas estão o direito do jovem de receber visitas íntimas e a permissão para que bebês de até três anos fiquem com as mães que cumprem a internação.
A matéria vai ao Senado Federal para discussão e votação. Atualmente, a concessão de visita íntima depende de decisão judicial. O texto prevê que a visita íntima seja assegurada aos adolescentes casados ou em união estável.
Entre as medidas de ressocialização estão a oferta de vagas para capacitação profissional dos jovens infratores no Sistema S (Senai, Senar, Senac e Senat).
De acordo com a relatora do projeto, deputada Rita Camata (PMDB-ES), a proposta ajuda a nortear um método para a conduta dos atores envolvidos no processo de socioeducação do adolescente em conflito com a lei.
Segunda ela, a matéria vem sendo discutida há mais de dez anos e foi encaminhada à Câmara para discussão em 2007. "A proposta visa a ressocialização do menor infrator e vai permitir que a família participe da ressocialização", disse a relatora.
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QUE DEUS TE ABENÇOE MUITO
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quarta-feira, 3 de junho de 2009
segunda-feira, 1 de junho de 2009
AVIÃO DESAPARECE COM 228 PESSOAS DENTRO
01/06/2009 - 11h43
Para Air France, raio é a hipótese mais provável para problema com voo AF 447
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da France Presse, em Paris
O Airbus A330 da Air France, que cumpria o voo AF 447 e desapareceu em uma viagem entre Rio de Janeiro --de onde decolou por volta das 19h de domingo-- e Paris, pode ter sido atingido por um raio, segundo a hipótese mais provável levantada pela companhia aérea. O último contato com o controle aéreo brasileiro ocorreu por volta das 22h30.
O avião carrega 228 pessoas, sendo 12 tripulantes e 216 passageiros --82 mulheres, 126 homens, sete crianças e um bebê.
"Provavelmente se trata de uma catástrofe aérea. Toda a companhia pensa nos familiares, com os quais divide a dor", declarou o diretor-geral da Air France, Pierre-Henri Gourgeon, em uma entrevista coletiva no aeroporto Charles de Gaulle, onde o avião deveria ter pousado.
Envie sua notícia sobre o voo da Air France desaparecido
Veja onde conseguir informações sobre o voo
Modelo de avião que sumiu no Brasil é usado para voos de longas distâncias
"O mais provável é que o avião tenha sido atingido por um raio"', afirmou François Brousse, diretor de comunicação da companhia aérea francesa. "O avião entrou em uma zona de tempestade com fortes turbulências, que provocaram falhas."
Bob Edme/AP
Imagem mostra agitação no aeroporto Charles de Gaulle em razão de desaparecimento de avião
Imagem mostra agitação no aeroporto Charles de Gaulle em razão de desaparecimento de avião
O ministro francês de Ecologia e Energia, Jean Louis Borloo, afirma que havia fortes tempestades tropicais na região. "São aeronaves habilitadas para este tipo de circunstâncias, mas deve ter sido um acúmulo de eventos", diz.
Percurso
A Air France informou que o Airbus decolou no domingo, por volta das 19h (Brasília) do aeroporto Tom Jobim. Às 22h30 aconteceu o último contato entre a tripulação e o controle aéreo brasileiro. Às 23h, o avião entrou em uma zona de fortes turbulências e 14 minutos depois emitiu mensagens automáticas para revelar problemas no circuito elétrico.
"Teve início então um procedimento clássico, no caso de perda de controle aéreo, e os controladores aéreos brasileiros e africanos foram alertados", afirma um comunicado da empresa.
"Entre 2h e 3h ficou claro que a aeronave havia tido um problema importante", diz a empresa "Um chamado foi feito às autoridades militares para detectar o eco do avião."
Às 4h30, a situação foi considerada grave e uma célula de crise foi instalada no aeroporto parisiense. O diretor-geral da Air France destacou que o comandante do voo era muito experiente, com mais de 11 mil horas de voo. A última inspeção técnica do avião não detectou nenhuma falha.
Leia mais sobre o voo da Air France
* Avião da Air France desaparece com 228; leia nota da empresa aérea
* Ministério das Relações Exteriores verifica se há cidadãos italianos em voo da Air France
* Aeronáutica busca no oceano Atlântico avião que ia do Brasil à França
Para Air France, raio é a hipótese mais provável para problema com voo AF 447
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da France Presse, em Paris
O Airbus A330 da Air France, que cumpria o voo AF 447 e desapareceu em uma viagem entre Rio de Janeiro --de onde decolou por volta das 19h de domingo-- e Paris, pode ter sido atingido por um raio, segundo a hipótese mais provável levantada pela companhia aérea. O último contato com o controle aéreo brasileiro ocorreu por volta das 22h30.
O avião carrega 228 pessoas, sendo 12 tripulantes e 216 passageiros --82 mulheres, 126 homens, sete crianças e um bebê.
"Provavelmente se trata de uma catástrofe aérea. Toda a companhia pensa nos familiares, com os quais divide a dor", declarou o diretor-geral da Air France, Pierre-Henri Gourgeon, em uma entrevista coletiva no aeroporto Charles de Gaulle, onde o avião deveria ter pousado.
Envie sua notícia sobre o voo da Air France desaparecido
Veja onde conseguir informações sobre o voo
Modelo de avião que sumiu no Brasil é usado para voos de longas distâncias
"O mais provável é que o avião tenha sido atingido por um raio"', afirmou François Brousse, diretor de comunicação da companhia aérea francesa. "O avião entrou em uma zona de tempestade com fortes turbulências, que provocaram falhas."
Bob Edme/AP
Imagem mostra agitação no aeroporto Charles de Gaulle em razão de desaparecimento de avião
Imagem mostra agitação no aeroporto Charles de Gaulle em razão de desaparecimento de avião
O ministro francês de Ecologia e Energia, Jean Louis Borloo, afirma que havia fortes tempestades tropicais na região. "São aeronaves habilitadas para este tipo de circunstâncias, mas deve ter sido um acúmulo de eventos", diz.
Percurso
A Air France informou que o Airbus decolou no domingo, por volta das 19h (Brasília) do aeroporto Tom Jobim. Às 22h30 aconteceu o último contato entre a tripulação e o controle aéreo brasileiro. Às 23h, o avião entrou em uma zona de fortes turbulências e 14 minutos depois emitiu mensagens automáticas para revelar problemas no circuito elétrico.
"Teve início então um procedimento clássico, no caso de perda de controle aéreo, e os controladores aéreos brasileiros e africanos foram alertados", afirma um comunicado da empresa.
"Entre 2h e 3h ficou claro que a aeronave havia tido um problema importante", diz a empresa "Um chamado foi feito às autoridades militares para detectar o eco do avião."
Às 4h30, a situação foi considerada grave e uma célula de crise foi instalada no aeroporto parisiense. O diretor-geral da Air France destacou que o comandante do voo era muito experiente, com mais de 11 mil horas de voo. A última inspeção técnica do avião não detectou nenhuma falha.
Leia mais sobre o voo da Air France
* Avião da Air France desaparece com 228; leia nota da empresa aérea
* Ministério das Relações Exteriores verifica se há cidadãos italianos em voo da Air France
* Aeronáutica busca no oceano Atlântico avião que ia do Brasil à França
APROVAÇÃO DO GOVERNADOR JOSÉ SERRA VAI PARA 56% EM SÃO PAULO
Aprovação dos paulistas a Serra atinge 56%
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Hoje na Folha O governador José Serra (PSDB) é aprovado por 56% dos paulistas, revela pesquisa Datafolha realizada em maio e publicada na edição de hoje da Folha (íntegra disponível para assinantes do UOL e do jornal).
Na pesquisa de março, a taxa dos que consideram a gestão do tucano ótima ou boa era de 53%. Ou seja, de lá para cá oscilou positivamente três pontos percentuais.
O índice dos que avaliam como regular o atual governo ficou estável em 33%. A taxa dos que reprovam a gestão de Serra oscilou de 11% para 9% de março paramaio.
O Datafolha ouviu 2.058 moradores do Estado com16 anos ou mais entre os dias 26 e 28 de maio. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
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Hoje na Folha O governador José Serra (PSDB) é aprovado por 56% dos paulistas, revela pesquisa Datafolha realizada em maio e publicada na edição de hoje da Folha (íntegra disponível para assinantes do UOL e do jornal).
Na pesquisa de março, a taxa dos que consideram a gestão do tucano ótima ou boa era de 53%. Ou seja, de lá para cá oscilou positivamente três pontos percentuais.
O índice dos que avaliam como regular o atual governo ficou estável em 33%. A taxa dos que reprovam a gestão de Serra oscilou de 11% para 9% de março paramaio.
O Datafolha ouviu 2.058 moradores do Estado com16 anos ou mais entre os dias 26 e 28 de maio. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
ALCKMIM AMPLIA VANTAGEM NA BRIGA PELO GOVERNO DE SÃO PAULO 2010 COM 47%
Alckmin amplia vantagem na briga pelo governo de SP, mostra Datafolha
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da Folha Online
Hoje na Folha O ex-governador paulista Geraldo Alckmin (PSDB) ampliou sua dianteira na corrida pelo Palácio dos Bandeirantes, informa reportagem de José Alberto Bombig, publicada na edição de hoje da Folha (íntegra disponível para assinantes do UOL e do jornal).
O ex-governador tucano obtém de 47% a 50% das intenções de voto, segundo pesquisa Datafolha realizada em maio. Na pesquisa de março, a taxa de intenção de voto em Alckmin variava de 41% a 46%.
Em segundo lugar está a ex-prefeita de São Paulo Marta Suplicy, com 15%. Em março, Marta aparecia com 13%. De marco para agora, a diferença entre os dois subiu de 28 para 32 pontos percentuais.
Sem Alckmin na disputa, Marta se isola na liderança com 25% das intenções de voto, seguida por Paulo Maluf (PP), com 15%. No levantamento anterior, sem Alckmin, Marta tinha 19% e estava tecnicamente empatada com Maluf --que aparecia com 17%.
A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Foram realizadas 2.058 entrevistas em 56 municípios entre os dias 26 e 28 de maio.
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da Folha Online
Hoje na Folha O ex-governador paulista Geraldo Alckmin (PSDB) ampliou sua dianteira na corrida pelo Palácio dos Bandeirantes, informa reportagem de José Alberto Bombig, publicada na edição de hoje da Folha (íntegra disponível para assinantes do UOL e do jornal).
O ex-governador tucano obtém de 47% a 50% das intenções de voto, segundo pesquisa Datafolha realizada em maio. Na pesquisa de março, a taxa de intenção de voto em Alckmin variava de 41% a 46%.
Em segundo lugar está a ex-prefeita de São Paulo Marta Suplicy, com 15%. Em março, Marta aparecia com 13%. De marco para agora, a diferença entre os dois subiu de 28 para 32 pontos percentuais.
Sem Alckmin na disputa, Marta se isola na liderança com 25% das intenções de voto, seguida por Paulo Maluf (PP), com 15%. No levantamento anterior, sem Alckmin, Marta tinha 19% e estava tecnicamente empatada com Maluf --que aparecia com 17%.
A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Foram realizadas 2.058 entrevistas em 56 municípios entre os dias 26 e 28 de maio.
VEJA AS CIDADES QUE A FIFA ESCOLHEU PARA COPA DE 2014 NO BRASIL
Nassau, Bahamas - A Fifa anunciou neste domingo as 12 cidades brasileiras que receberão os jogos da Copa do Mundo de 2014, espalhadas por todas as regiões do País. São elas: São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, da região Sudeste; Porto Alegre e Curitiba, no Sul; Brasília e Cuiabá, no Centro-Oeste; Salvador, Recife, Fortaleza e Natal, no Nordeste; e Manaus, no Norte.
A lista não teve nenhuma surpresa, já que essas cidades eram apontadas como favoritas entre as 17 candidatas. Originalmente deveriam ser apenas 10 sedes, mas a Fifa atendeu ao pedido do presidente da CBF, Ricardo Teixeira, e do governo brasileiro - o presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu os agradecimentos do presidente da Fifa, Joseph Blatter, por seu apoio à organização da competição.
"Ter 10 sedes era o princípio da Fifa, mas a intervenção de Ricardo Teixeira e o interesse do País fizeram com que chegássemos ao número de 12", admitiu Blatter durante o anúncio, realizado durante um congresso da Fifa, em Nassau, nas Bahamas. O presidente de honra da Fifa, João Havelange, que comandou a entidade entre 1974 e 1998, esteve presente na cerimônia.
O secretário-geral da Fifa, Jerome Valcke, disse que a escolha obedeceu a critérios técnicos, por conta das visitas feitas por técnicos da entidade, no começo deste ano, além dos projetos entregues pelas cidades. Blatter admitiu, depois, que a escolha mais difícil foi na região da Amazônia, onde Manaus foi escolhida em detrimento de Belém e Rio Braco. As outras cidades que ficaram sem a Copa são Florianópolis, Goiânia e Campo Grande.
"A questão não é apenas ser ou não ser sede, mas participar. Os empregos e investimentos da Copa não vão ficar restritos às sedes, e todas as outras cidades podem contar conosco se quiserem apresentar um projeto", disse Ricardo Teixeira, que já mandou um recado às cidades escolhidas. "O trabalho começa agora, e é preciso estar à altura desse grande privilégio."
A lista não teve nenhuma surpresa, já que essas cidades eram apontadas como favoritas entre as 17 candidatas. Originalmente deveriam ser apenas 10 sedes, mas a Fifa atendeu ao pedido do presidente da CBF, Ricardo Teixeira, e do governo brasileiro - o presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu os agradecimentos do presidente da Fifa, Joseph Blatter, por seu apoio à organização da competição.
"Ter 10 sedes era o princípio da Fifa, mas a intervenção de Ricardo Teixeira e o interesse do País fizeram com que chegássemos ao número de 12", admitiu Blatter durante o anúncio, realizado durante um congresso da Fifa, em Nassau, nas Bahamas. O presidente de honra da Fifa, João Havelange, que comandou a entidade entre 1974 e 1998, esteve presente na cerimônia.
O secretário-geral da Fifa, Jerome Valcke, disse que a escolha obedeceu a critérios técnicos, por conta das visitas feitas por técnicos da entidade, no começo deste ano, além dos projetos entregues pelas cidades. Blatter admitiu, depois, que a escolha mais difícil foi na região da Amazônia, onde Manaus foi escolhida em detrimento de Belém e Rio Braco. As outras cidades que ficaram sem a Copa são Florianópolis, Goiânia e Campo Grande.
"A questão não é apenas ser ou não ser sede, mas participar. Os empregos e investimentos da Copa não vão ficar restritos às sedes, e todas as outras cidades podem contar conosco se quiserem apresentar um projeto", disse Ricardo Teixeira, que já mandou um recado às cidades escolhidas. "O trabalho começa agora, e é preciso estar à altura desse grande privilégio."
JOSÉ SERRA TEM 38% DE INTENÇÕES DE VOTOS PARA PRESIDENTE DIZ PESQUISA
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Diferença entre Serra e Dilma cai 8 pontos no Datafolha
AE - Agencia Estado
Tamanho do texto? A A A A
SÃO PAULO - A distância entre a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff (PT), e o governador de São Paulo, José Serra (PSDB), nas pesquisas eleitorais caiu oito pontos desde março, indica levantamento do Instituto Datafolha, publicada na edição de hoje do jornal Folha de S.Paulo. A pesquisa de intenção de voto para presidente no pleito de 2010 mostra Serra com 38% do eleitorado, Dilma com 16%, Ciro Gomes (PSB) com 15% e Heloísa Helena (PSOL) com 10%.
Na comparação com a pesquisa de março, Dilma subiu cinco pontos porcentuais e Serra caiu três. Na época, a distância entre os dois presidenciáveis era de 30 pontos. Agora, caiu para 22 pontos. A preferência pela petista cresce à medida que a população conhece seu nome. Se em março 53% dos eleitores se disseram familiarizados com Dilma, na última pesquisa, 65% conheciam a ministra. O índice de conhecimento da petista é superior ao do governador de Minas Gerais, Aécio Neves (61%), que disputa com Serra a indicação do PSDB.
O governador paulista, aliás, segue como o mais forte representante tucano para a disputa.
No cenário em que aparece como candidato do PSDB, Aécio fica na quarta posição, com 14% dos votos, tecnicamente empatado com Heloísa Helena (15%). Com esse quadro, Dilma teria 19% do eleitorado. Caso Serra e Aécio resolvessem disputar as eleições, o paulista lideraria, com 35% dos votos, enquanto o mineiro ficaria na última posição, com 9%. Dilma e Ciro ficariam com 14% cada e Heloísa Helena, com 10%.
O levantamento foi feito entre 26 e 28 de maio, com base em 5.129 entrevistas em 203 municípios de 25 Estados. A margem de erro é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos.
O Datafolha apurou ainda que 81% dos entrevistados consideram que Dilma agiu certo ao revelar seu tratamento contra um câncer linfático. Apenas 8% condenaram a atitude dela. O porcentual de intenção de voto na ministra, aliás, é mais alto entre os eleitores que dizem ter conhecimento a respeito da situação de saúde da petista. Eles são 65% do total de entrevistados. Entre este grupo, 22% votariam em Dilma e 35% em Serra. Na média nacional, 16% preferem a ministra e 38%, o governador paulista.
Mesmo assim, a maioria (45%) dos entrevistados consideram boa saúde um quesito "muito importante" para definir o voto. Outros 34% consideram a questão "nada importante". Dezenove por cento acham o tema "pouco importante". Dilma revelou, no fim de abril, que havia retirado um linfoma e teria de se submeter a sessões de quimioterapia.
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Diferença entre Serra e Dilma cai 8 pontos no Datafolha
AE - Agencia Estado
Tamanho do texto? A A A A
SÃO PAULO - A distância entre a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff (PT), e o governador de São Paulo, José Serra (PSDB), nas pesquisas eleitorais caiu oito pontos desde março, indica levantamento do Instituto Datafolha, publicada na edição de hoje do jornal Folha de S.Paulo. A pesquisa de intenção de voto para presidente no pleito de 2010 mostra Serra com 38% do eleitorado, Dilma com 16%, Ciro Gomes (PSB) com 15% e Heloísa Helena (PSOL) com 10%.
Na comparação com a pesquisa de março, Dilma subiu cinco pontos porcentuais e Serra caiu três. Na época, a distância entre os dois presidenciáveis era de 30 pontos. Agora, caiu para 22 pontos. A preferência pela petista cresce à medida que a população conhece seu nome. Se em março 53% dos eleitores se disseram familiarizados com Dilma, na última pesquisa, 65% conheciam a ministra. O índice de conhecimento da petista é superior ao do governador de Minas Gerais, Aécio Neves (61%), que disputa com Serra a indicação do PSDB.
O governador paulista, aliás, segue como o mais forte representante tucano para a disputa.
No cenário em que aparece como candidato do PSDB, Aécio fica na quarta posição, com 14% dos votos, tecnicamente empatado com Heloísa Helena (15%). Com esse quadro, Dilma teria 19% do eleitorado. Caso Serra e Aécio resolvessem disputar as eleições, o paulista lideraria, com 35% dos votos, enquanto o mineiro ficaria na última posição, com 9%. Dilma e Ciro ficariam com 14% cada e Heloísa Helena, com 10%.
O levantamento foi feito entre 26 e 28 de maio, com base em 5.129 entrevistas em 203 municípios de 25 Estados. A margem de erro é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos.
O Datafolha apurou ainda que 81% dos entrevistados consideram que Dilma agiu certo ao revelar seu tratamento contra um câncer linfático. Apenas 8% condenaram a atitude dela. O porcentual de intenção de voto na ministra, aliás, é mais alto entre os eleitores que dizem ter conhecimento a respeito da situação de saúde da petista. Eles são 65% do total de entrevistados. Entre este grupo, 22% votariam em Dilma e 35% em Serra. Na média nacional, 16% preferem a ministra e 38%, o governador paulista.
Mesmo assim, a maioria (45%) dos entrevistados consideram boa saúde um quesito "muito importante" para definir o voto. Outros 34% consideram a questão "nada importante". Dezenove por cento acham o tema "pouco importante". Dilma revelou, no fim de abril, que havia retirado um linfoma e teria de se submeter a sessões de quimioterapia.
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80% DOS PAULISTANOS SÃO A FAVOR DE PROIBIÇÃO AO FUMO EM LOCAIS FECHADOS
Opinião Pública - 12/05/2009
80% dos paulistanos são a favor de proibição ao fumo em locais fechados
Entre fumantes, 59% são a favor e 86% declaram que vão respeitar lei
A lei que proíbe o fumo em ambientes coletivos fechados, sancionada pelo governador José Serra (PSDB) e que deve entrar em vigor no dia 6 de agosto é aprovada por ampla maioria dos paulistanos: 80% são a favor da medida. É o que revela pesquisa realizada pelo Datafolha nos dias 5 e 6 de maio de 2009.
Apenas 14% se dizem contra a lei e 5% se declaram indiferentes. Afirmam que vão respeitar a lei 86% dos fumantes; 11% admitem que não vão respeitá-la e 3% não sabem como vão agir.
Foram ouvidos 622 moradores da cidade de São Paulo, a partir dos 16 anos de idade. A margem de erro é de quatro pontos percentuais, para mais ou para menos.
Entre os fumantes, a maioria também é a favor da lei que proíbe o fumo em ambientes coletivos fechados. No entanto, a taxa dos que são favoráveis à medida (59%) entre eles é 21 pontos menor do que a registrada entre o total dos entrevistados. Um terço (33%) dos fumantes é contra a lei. Entre os que não fumam, por outro lado, 87% são a favor da lei (sete pontos acima da média).
A maioria acha que a lei será ótima ou boa para as pessoas que não fumam (95% pensam assim), para si próprios (84%) e para o Estado de São Paulo, de modo geral (81%).
Ao avaliar a lei pensando em si próprios, 60% dos fumantes acham que ela será ótima ou boa, ante 25% que declaram que ela será ruim ou péssima. Por outro lado, ao pensar no seu caso pessoal, 93% dos não fumantes declaram que a lei será ótima ou boa.
Na opinião de 51% a lei será ótima ou boa para os bares e restaurantes, ante que 36% consideram que ela será ruim ou péssima para esses estabelecimentos.
Para 63% a lei será ruim ou péssima para os fumantes, taxa que é similar entre os que têm esse hábito (60%) e entre os que não o têm (64%).
A maioria (61%) considera a lei rigorosa na medida certa. Para 21% o governo exagera no rigor e 16% acham que ela é menos rigorosa do que deveria ser. Entre os fumantes, 50% acham a lei rigorosa na medida certa (11 pontos abaixo da média) e 36% dizem que ela é mais rigorosa do que deveria ser (15 pontos acima da média).
Indagados sobre as conseqüências do fumo em locais fechados para a saúde das pessoas que não fumam, 91% dizem que esse hábito é muito prejudicial. Essa taxa é quase a mesma entre os que fumam (89%) e entre os não fumantes (92%).
A maioria declara ir a lanchonetes (68%) e a restaurantes (64%). Costumam frequentar bares 47% e, casas noturnas, 27%.
Entre os que vão a cada um desses locais as taxas dos que afirmam que não deixarão de frequentá-los fica acima de 90%, e a maioria diz que não haverá alteração na freqüência com que costumam ir; além disso, são majoritariamente favoráveis à lei.
A pesquisa também mostra que, entre os fumantes, ficam acima da média as taxas dos que afirmam ir a bares (chega a 63%, 16 pontos acima da média) e a casas noturnas (39%, 12 pontos acima da média). Entre eles também são superiores à média as taxas dos que afirmam que vão deixar de frequentar ou que vão diminuir a frequência com que vão a esses locais. Cerca de um quinto (22%) dos fumantes, por exemplo, afirma que vai visitar bares com menos freqüência (12 pontos acima da média).
A lei é de conhecimento de 91% dos entrevistados, dos quais 53% se dizem bem informados a respeito.
A pesquisa mostra que 26% dos moradores da capital paulista declaram fumar cigarros, mesmo que de vez em quando. Desses, 55% têm o hábito de fumar até 10 cigarros diariamente. Os entrevistados que costumam fumar utilizam, em média, 13 cigarros por dia.
São Paulo, 8 de maio de 2009.
80% dos paulistanos são a favor de proibição ao fumo em locais fechados
Entre fumantes, 59% são a favor e 86% declaram que vão respeitar lei
A lei que proíbe o fumo em ambientes coletivos fechados, sancionada pelo governador José Serra (PSDB) e que deve entrar em vigor no dia 6 de agosto é aprovada por ampla maioria dos paulistanos: 80% são a favor da medida. É o que revela pesquisa realizada pelo Datafolha nos dias 5 e 6 de maio de 2009.
Apenas 14% se dizem contra a lei e 5% se declaram indiferentes. Afirmam que vão respeitar a lei 86% dos fumantes; 11% admitem que não vão respeitá-la e 3% não sabem como vão agir.
Foram ouvidos 622 moradores da cidade de São Paulo, a partir dos 16 anos de idade. A margem de erro é de quatro pontos percentuais, para mais ou para menos.
Entre os fumantes, a maioria também é a favor da lei que proíbe o fumo em ambientes coletivos fechados. No entanto, a taxa dos que são favoráveis à medida (59%) entre eles é 21 pontos menor do que a registrada entre o total dos entrevistados. Um terço (33%) dos fumantes é contra a lei. Entre os que não fumam, por outro lado, 87% são a favor da lei (sete pontos acima da média).
A maioria acha que a lei será ótima ou boa para as pessoas que não fumam (95% pensam assim), para si próprios (84%) e para o Estado de São Paulo, de modo geral (81%).
Ao avaliar a lei pensando em si próprios, 60% dos fumantes acham que ela será ótima ou boa, ante 25% que declaram que ela será ruim ou péssima. Por outro lado, ao pensar no seu caso pessoal, 93% dos não fumantes declaram que a lei será ótima ou boa.
Na opinião de 51% a lei será ótima ou boa para os bares e restaurantes, ante que 36% consideram que ela será ruim ou péssima para esses estabelecimentos.
Para 63% a lei será ruim ou péssima para os fumantes, taxa que é similar entre os que têm esse hábito (60%) e entre os que não o têm (64%).
A maioria (61%) considera a lei rigorosa na medida certa. Para 21% o governo exagera no rigor e 16% acham que ela é menos rigorosa do que deveria ser. Entre os fumantes, 50% acham a lei rigorosa na medida certa (11 pontos abaixo da média) e 36% dizem que ela é mais rigorosa do que deveria ser (15 pontos acima da média).
Indagados sobre as conseqüências do fumo em locais fechados para a saúde das pessoas que não fumam, 91% dizem que esse hábito é muito prejudicial. Essa taxa é quase a mesma entre os que fumam (89%) e entre os não fumantes (92%).
A maioria declara ir a lanchonetes (68%) e a restaurantes (64%). Costumam frequentar bares 47% e, casas noturnas, 27%.
Entre os que vão a cada um desses locais as taxas dos que afirmam que não deixarão de frequentá-los fica acima de 90%, e a maioria diz que não haverá alteração na freqüência com que costumam ir; além disso, são majoritariamente favoráveis à lei.
A pesquisa também mostra que, entre os fumantes, ficam acima da média as taxas dos que afirmam ir a bares (chega a 63%, 16 pontos acima da média) e a casas noturnas (39%, 12 pontos acima da média). Entre eles também são superiores à média as taxas dos que afirmam que vão deixar de frequentar ou que vão diminuir a frequência com que vão a esses locais. Cerca de um quinto (22%) dos fumantes, por exemplo, afirma que vai visitar bares com menos freqüência (12 pontos acima da média).
A lei é de conhecimento de 91% dos entrevistados, dos quais 53% se dizem bem informados a respeito.
A pesquisa mostra que 26% dos moradores da capital paulista declaram fumar cigarros, mesmo que de vez em quando. Desses, 55% têm o hábito de fumar até 10 cigarros diariamente. Os entrevistados que costumam fumar utilizam, em média, 13 cigarros por dia.
São Paulo, 8 de maio de 2009.
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