DEM e PSDB na Bahia fecham aliança e criam palanque para Serra em 2010
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da Folha Online
O PSDB e o DEM na Bahia fecharam ontem em Salvador uma aliança inédita para as eleições de 2010. A intenção dos partidos é se unir para tirar do poder o petista Jaques Wagner, atual governador do Estado, e eleger um presidente tucano.
Aliados históricos em quase todo o país, essa é a primeira vez que as legendas se unem na Bahia para trabalhar pelas candidaturas dos mesmos nomes tanto para a Presidência da República quanto para o governo estadual. Antes, os tucanos eram resistentes ao antigo manda-chuva baiano do então PFL --hoje DEM--, Antonio Carlos Magalhães, morto em 2007.
A aliança oficializada ontem foi costurada uma semana antes pelo governador de São Paulo, José Serra (PSDB). A expectativa é de que o DEM baiano apoie Serra na queda-de-braço entre ele e o também tucano governador de Minas Gerais, Aécio Neves, pela escolha do candidato do PSDB à presidência.
Em troca, o candidato da aliança para o governo --que deve contar ainda com o apoio do PR e do PPS-- deve ser o presidente do DEM na Bahia, o ex-governador Paulo Souto. "Nós temos a responsabilidade de representar uma imensa parcela da população que está decepcionada com o governo que está aí", afirmou Souto durante o anúncio.
Já o presidente estadual do PSDB, Antônio Imbassahy, disse que a aliança só reflete a relação entre as duas siglas no restante do Brasil. "Estamos reproduzindo aqui no Estado uma união que já existe no plano nacional", disse.
Aécio Neves
Hoje, Aécio minimizou o acordo costurado por Serra. "Ele [Serra] está fazendo muito bem. Todas essas alianças, obviamente, atendem aos interesses do PSDB. Uns parecem com uma paternidade maior sobre essa ou aquela ação e isso é o menos importante. Todos nós temos conversado intensamente sobre essas questões", afirmou.
De acordo com ele, não há "preocupação com a paternidade de nenhuma aliança regional", mas em firmá-las para "desalento" de seus adversários.
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QUE DEUS TE ABENÇOE MUITO
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quinta-feira, 18 de junho de 2009
SUPREMO DERRUBA EXIGÊNCIA DO DIPLOMA PARA JORNALISTAS
Supremo derruba exigência do diploma para jornalistas
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MÁRCIO FALCÃO
da Folha Online, em Brasília
Por 8 a 1, o STF (Supremo Tribunal Federal) derrubou hoje a obrigatoriedade do diploma para o exercício da profissão de jornalista. Só o ministro Marco Aurélio Mello votou pela manutenção do diploma.
O primeiro a votar foi o presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Gilmar Mendes, relator do caso. Mendes defendeu a extinção da obrigatoriedade do diploma para o exercício da profissão de jornalista.
Na avaliação do presidente do STF, o decreto-lei 972/69, que estabelece que o diploma é necessário para o exercício da profissão de jornalista, não atende aos critérios da Constituição de 1988 para a regulamentação de profissões.
Mendes disse que o diploma para a profissão de jornalista não garante que não haverá danos irreparáveis ou prejudicar direitos alheios.
"Quando uma noticia não é verídica ela não será evitada pela exigência de que os jornalistas frequentem um curso de formação. É diferente de um motorista que coloca em risco a coletividade. A profissão de jornalista não oferece perigo de dano à coletividade tais como medicina, engenharia, advocacia nesse sentido por não implicar tais riscos não poderia exigir um diploma para exercer a profissão. Não há razão para se acreditar que a exigência do diploma seja a forma mais adequada para evitar o exercício abusivo da profissão", disse.
O voto de Mendes foi seguido pelos ministros Carmen Lucia, Eros Grau, Ricardo Lewandowski, Ayres Britto, Cezar Peluso, Ellen Gracie e Celso Mello.
"Esse decreto é mais um entulho do autoritarismo da ditadura militar que pretendia controlar as informações e afastar da redação dos veículos os intelectuais e pensadores que trabalhavam de forma isenta", disse Lewandowski.
Os ministros do STF aceitaram o recurso interposto pelo Sertesp (Sindicato das Empresas de Rádio e Televisão no Estado de São Paulo) e Ministério Público Federal contra a obrigatoriedade do diploma.
Em novembro de 2006, o ministro Gilmar Mendes, relator do caso, havia decidido liminarmente pela garantia do exercício da atividade jornalística aos que já atuavam na profissão independentemente de registro no Ministério do Trabalho ou de diploma de curso superior na área. Hoje, o plenário confirmou a decisão.
Argumentos
A advogada do Sertesp, Tais Gasparian, argumentou aos ministros que a obrigatoriedade do diploma para o exercício do jornalismo é inconstitucional porque a Constituição de 1988 garante a liberdade de expressão e do livre pensamento. Ela disse ainda que a profissão de jornalista não depende de conhecimentos técnicos.
"A profissão não depende de um conhecimento técnico específico. A profissão de jornalista é desprovida de técnicas. É uma profissão intelectual ligada ao ramo do conhecimento humano, ligado ao domínio da linguagem, procedimentos vastos do campo do conhecimento humano, como o compromisso com a informação, a curiosidade. A obtenção dessas medidas não ocorre nos bancos de uma faculdade de jornalismo."
A advogada afirmou ainda que em outros países, como Estados Unidos, França Itália e Alemanha, não há a exigência do diploma. "Nos EUA, a maioria esmagadora dos jornalistas é formada em escola, mas nem por isso se obriga a exigência de diploma", afirmou.
Já o advogado da Fenaj, João Roberto Fontes, saiu em defesa do diploma. Ele disse que há a necessidade do diploma para garantir a boa prática do jornalismo. "A exigência do diploma não impede ninguém de escrever em jornal. Não é exigido diploma para escrever em jornal, mas para exercer em período integral a profissão de jornalista. O jornalismo já foi chamado de quarto Poder da República. Será que não é necessário o conhecimento específico para ter poder desta envergadura? Um artigo escrito por um inepto poderá ter um efeito devastador e transformar leitores em vítimas da má informação", afirmou.
O procurador-geral da República, Antonio Fernando de Souza, por sua vez, disse que a obrigatoriedade do diploma pode prejudicar a informação do leitor.
"Não se pode fechar os olhos para o fato de que jornalismo é uma atividade multidisciplinar e que muitas notícias e artigos são prejudicados porque são produzidos apenas por um jornalista especialista em ser jornalista, sendo que em muitos casos essa informação poderia ter sido produzida por um jornalista com outras formações, com formação específica em medicina, em botânica, com grande formação acadêmica, mas que não pode exercer o jornalismo porque não tem diploma. Não se pode desprezar esse contexto", disse.
Lei de Imprensa
No final de abril, o Supremo decidiu revogar a Lei de Imprensa, criada no regime militar. Com isso, os jornalistas e os meios de comunicação serão processados e julgados com base nos artigos da Constituição Federal e dos Códigos Civil e Penal.
Nos crimes contra a honra --calúnia, injúria e difamação--, o julgamento será feito com base no Código Penal, que tem punição mais branda que a Lei de Imprensa. Já os pedidos de indenização por danos morais e materiais serão julgados com base no Código Civil.
O direito de resposta, segundo o ministro do STF Menezes de Direito, não precisa de regulação pois já está previsto na Constituição, em seu artigo 5.
Já o presidente do STF, Gilmar Mendes, defendeu uma norma específica para tratar do direito de resposta. 'Não basta que a resposta seja no mesmo tempo, mas isso tem que ser normatizado. Vamos criar um vácuo? Esse é o único instrumento de defesa do cidadão.'
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MÁRCIO FALCÃO
da Folha Online, em Brasília
Por 8 a 1, o STF (Supremo Tribunal Federal) derrubou hoje a obrigatoriedade do diploma para o exercício da profissão de jornalista. Só o ministro Marco Aurélio Mello votou pela manutenção do diploma.
O primeiro a votar foi o presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Gilmar Mendes, relator do caso. Mendes defendeu a extinção da obrigatoriedade do diploma para o exercício da profissão de jornalista.
Na avaliação do presidente do STF, o decreto-lei 972/69, que estabelece que o diploma é necessário para o exercício da profissão de jornalista, não atende aos critérios da Constituição de 1988 para a regulamentação de profissões.
Mendes disse que o diploma para a profissão de jornalista não garante que não haverá danos irreparáveis ou prejudicar direitos alheios.
"Quando uma noticia não é verídica ela não será evitada pela exigência de que os jornalistas frequentem um curso de formação. É diferente de um motorista que coloca em risco a coletividade. A profissão de jornalista não oferece perigo de dano à coletividade tais como medicina, engenharia, advocacia nesse sentido por não implicar tais riscos não poderia exigir um diploma para exercer a profissão. Não há razão para se acreditar que a exigência do diploma seja a forma mais adequada para evitar o exercício abusivo da profissão", disse.
O voto de Mendes foi seguido pelos ministros Carmen Lucia, Eros Grau, Ricardo Lewandowski, Ayres Britto, Cezar Peluso, Ellen Gracie e Celso Mello.
"Esse decreto é mais um entulho do autoritarismo da ditadura militar que pretendia controlar as informações e afastar da redação dos veículos os intelectuais e pensadores que trabalhavam de forma isenta", disse Lewandowski.
Os ministros do STF aceitaram o recurso interposto pelo Sertesp (Sindicato das Empresas de Rádio e Televisão no Estado de São Paulo) e Ministério Público Federal contra a obrigatoriedade do diploma.
Em novembro de 2006, o ministro Gilmar Mendes, relator do caso, havia decidido liminarmente pela garantia do exercício da atividade jornalística aos que já atuavam na profissão independentemente de registro no Ministério do Trabalho ou de diploma de curso superior na área. Hoje, o plenário confirmou a decisão.
Argumentos
A advogada do Sertesp, Tais Gasparian, argumentou aos ministros que a obrigatoriedade do diploma para o exercício do jornalismo é inconstitucional porque a Constituição de 1988 garante a liberdade de expressão e do livre pensamento. Ela disse ainda que a profissão de jornalista não depende de conhecimentos técnicos.
"A profissão não depende de um conhecimento técnico específico. A profissão de jornalista é desprovida de técnicas. É uma profissão intelectual ligada ao ramo do conhecimento humano, ligado ao domínio da linguagem, procedimentos vastos do campo do conhecimento humano, como o compromisso com a informação, a curiosidade. A obtenção dessas medidas não ocorre nos bancos de uma faculdade de jornalismo."
A advogada afirmou ainda que em outros países, como Estados Unidos, França Itália e Alemanha, não há a exigência do diploma. "Nos EUA, a maioria esmagadora dos jornalistas é formada em escola, mas nem por isso se obriga a exigência de diploma", afirmou.
Já o advogado da Fenaj, João Roberto Fontes, saiu em defesa do diploma. Ele disse que há a necessidade do diploma para garantir a boa prática do jornalismo. "A exigência do diploma não impede ninguém de escrever em jornal. Não é exigido diploma para escrever em jornal, mas para exercer em período integral a profissão de jornalista. O jornalismo já foi chamado de quarto Poder da República. Será que não é necessário o conhecimento específico para ter poder desta envergadura? Um artigo escrito por um inepto poderá ter um efeito devastador e transformar leitores em vítimas da má informação", afirmou.
O procurador-geral da República, Antonio Fernando de Souza, por sua vez, disse que a obrigatoriedade do diploma pode prejudicar a informação do leitor.
"Não se pode fechar os olhos para o fato de que jornalismo é uma atividade multidisciplinar e que muitas notícias e artigos são prejudicados porque são produzidos apenas por um jornalista especialista em ser jornalista, sendo que em muitos casos essa informação poderia ter sido produzida por um jornalista com outras formações, com formação específica em medicina, em botânica, com grande formação acadêmica, mas que não pode exercer o jornalismo porque não tem diploma. Não se pode desprezar esse contexto", disse.
Lei de Imprensa
No final de abril, o Supremo decidiu revogar a Lei de Imprensa, criada no regime militar. Com isso, os jornalistas e os meios de comunicação serão processados e julgados com base nos artigos da Constituição Federal e dos Códigos Civil e Penal.
Nos crimes contra a honra --calúnia, injúria e difamação--, o julgamento será feito com base no Código Penal, que tem punição mais branda que a Lei de Imprensa. Já os pedidos de indenização por danos morais e materiais serão julgados com base no Código Civil.
O direito de resposta, segundo o ministro do STF Menezes de Direito, não precisa de regulação pois já está previsto na Constituição, em seu artigo 5.
Já o presidente do STF, Gilmar Mendes, defendeu uma norma específica para tratar do direito de resposta. 'Não basta que a resposta seja no mesmo tempo, mas isso tem que ser normatizado. Vamos criar um vácuo? Esse é o único instrumento de defesa do cidadão.'
VITÓRIA DA BANCADA EVANGELICA NO CONGRESSO NACIONAL
Vitória da bancada evangélica no Congresso Nacional
Assessores atentos frustram tentativas do governo e aliados LGBT de avançar agenda gay debaixo dos panos
Julio Severo
A bancada evangélica, com a ajuda de assessores atentos, passou a perna em quem queria passar a perna no Brasil. A vitória da bancada evangélica foi noticiada no jornal esquerdista Folha de S. Paulo, que relatou, em sua própria versão: “A recente tramitação no Congresso do projeto que criou o Ministério da Pesca escondeu uma batalha em que a Frente Parlamentar Evangélica se saiu vitoriosa — e rendeu críticas ao governo por parte de grupos de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (LGBT)”.
A versão da Folha, intitulada “Bancada evangélica emperra projetos de gays no Congresso”, errou, pois o projeto não era nem é de gays. É só de peixes. A bancada evangélica não emperrou o projeto, mas apenas o esquema gay que foi introduzido no projeto. Por que motivo enfiaram concessão de cargos para ativistas homossexuais no meio de um projeto de pescaria é uma boa pergunta. A versão amortecedora da Folha foi tão favorável às intenções do governo que ganhou destaque no site oficial do PT.
Como é que o PT não ia ficar contente? A matéria citou até Luiz Mott, aliado de Lula e o maior ativista gay do Brasil, acusado de apoio ao sexo com menores e que ameaçou líderes pró-família, postando descaradamente o endereço residencial deles na internet. Nesse golpe baixo, Mott não poupou nem mesmo Julio Severo.
A Folha nada viu de estranho ou anormal na introdução sorrateira de favorecimentos à agenda gay dentro de um projeto relativo ao Ministério da Pesca e ainda lamentou, na voz de um entrevistado:
O responsável pelas políticas LGBT na Secretaria de Direitos Humanos, Eduardo Santarelo, reconhece que as expressões relativas ao grupo foram retiradas por pressão dos evangélicos. “Qualquer menção no projeto de lei que tivesse a questão LGBT e o combate à homofobia, eles cortaram. Teve-se que negociar para aprovar o projeto como um todo”, disse ele.
O que a Folha está insinuando? Que o certo seria deixar o esquema gay escondidinho num projeto sobre pesca? Que é natural e normal que políticas de pesca dêem prioridade ao combate à “homofobia”? Afinal, o que é que os peixes têm a ver com a imposição da agenda gay na sociedade humana?
Depois, a mídia brasileira se queixa de que está perdendo seus leitores e telespectadores e reclama também dos blogs, onde o leitor não fica dependente do jornalismo-capacho, que submete a verdade ao capricho de censores ideológicos ou torce sua apresentação para agradar a um governo que investe bilhões na mídia com o propósito exclusivo de elevar sua popularidade. Como uma mídia que recebe tanto dinheiro do governo o incomodará com notícias desfavoráveis, mas verdadeiras e necessárias?
Se a imprensa cumprisse seu papel de relatar as notícias do jeito que são, não do jeito que quer, a existência de blogs seria desnecessária. A existência de blogs é um atestado da insatisfação do povo com as “notícias oficiais e oficialmente omissoras”.
Portanto, muito diferente da omissão da mídia brasileira e da matéria amortecedora da Folha, pude no Blog Julio Severo tratar do assunto de forma bem honesta e sincera no meu conhecido artigo “O peixe é a isca: projeto de lei sobre pesca vira “peixe-de-tróia” da agenda gay”, que denunciou para todo o Brasil o que estava acontecendo debaixo dos panos. Parte da minha denúncia diz:
Algo está cheirando a peixe podre no governo do rei Lula. Como se já não bastassem os cavalos-de-tróias para promover leis anti-“homofobia”, agora o PT criou o “peixe-de-tróia”. Está tramitando no Congresso Nacional o PL 3960/2008, de autoria do Poder Executivo, o qual dispõe sobre o Ministério da Pesca e Aquicultura.
Aparentemente, a intenção original do projeto era lidar apenas com peixes. Mas então, políticos petistas tiveram a inspiração de sequestrá-lo para outro objetivo. Afinal, quem é que desconfiaria que a agenda gay poderia vir embutida numa legislação sobre peixes? Foi com tal inspiração que a deputada Irini Lopes (do PT do Espírito Santo) apresentou a emenda 34 ao PL 3960/2008.
Normalmente, a emenda de um projeto de peixes deveria tratar apenas de peixes. Contudo, a emenda 34, conforme o Dr. Paulo Fernando de Melo explica, estabelece “o Conselho Nacional com inúmeros cargos para gays, bissexuais, travestis e transexuais, equiparando-o aos Conselhos da Criança e do Adolescente, ao Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa Portadora de Deficiência e ao Conselho Nacional dos Direitos do Idoso”.
Não é malandragem política seqüestrar um projeto sobre pesca, tornando-o hospedeiro de um esquema ideológico parasitário? Em vez de intitular imparcialmente de “Bancada evangélica frustra manobra gay no Congresso”, ou “Bancada evangélica frustra esquema gay dentro de projeto sobre pesca”, ou outro título objetivo e imparcial, a Folha de S. Paulo preferiu deixar de fora a sujeira da maquinação e tratar o assunto a partir do ângulo dos oportunistas perdedores, ao dizer: “Bancada evangélica emperra projetos de gays no Congresso”. Não deveria então a bancada evangélica, e todas as outras bancadas, emperrar tão sórdida maquinação?
O importante agora é que, quer os oportunistas gostem ou não, quer o governo Lula goste ou não, quer os extremistas LGBT gostem ou não, quer a imprensa esquerdista goste ou não, a vitória sobre as tramas, a vitória sobre as mentiras, a vitória sobre as forças ocultas bem financiadas, a vitória sobre o peixe-de-tróia foi total contra a agenda gay.
Contudo, não houve vitória nenhuma contra outras agendas, porque, conforme informa a Folha, o projeto estabelece que o Ministério da Pesca terá “uma comissão enrustida: o Conselho contra Discriminação”. Esse foi o único ponto da matéria inteira que mais se aproximou de algo que dava levemente para se reconhecer como “trama”. O Dicionário Michaelis diz que o termo “enrustido” se refere “àquele que não assume sua condição”, e o Dicionário Aurélio é mais ousado, dizendo que esse termo significa “homossexual não assumido”. Por que então a Folha não disse logo que o projeto sobre pescaria era na verdade um “projeto homossexual não assumido”? Porque é norma dos tramadores na política e na mídia não deixar suas obras ocultas “saírem do armário”.
Muito diferente da Folha, cuja matéria saiu com destaque no site oficial do PT, quando a turma petista e LGBT ler meu artigo, pode ter certeza de que eles não pensarão em postá-lo no site do PT!
A bancada evangélica conseguiu tirar do endinheirado bonde anti-discriminação enrustido somente os oportunistas gays. Os outros oportunistas conseguiram pegar carona no peixe-de-tróia. Promotores da “cultura” afro-brasileira (título politicamente correto que em grande parte acoberta pais-de-santo) terão elevados cargos, com direito de promover sua “cultura”, á custa dos peixes, que terão de pagar salários milionários para ativistas anti-discriminação que vivem de sugança dos recursos públicos. É melhor você crer nessa piada dos peixes pagando a conta de tudo, para não sentir a dor no seu próprio bolso.
A bancada evangélica saiu vitoriosa contra os oportunistas gays do enrustido bonde da alegria, graças ao incansável e importante trabalho de vigilância da Dra. Damares Alves e do Dr. Paulo Fernando de Melo. Sem a assistência deles, que me procuraram prontamente para me avisar das manobras ocultas, eu não poderia ter escrito o artigo de alerta que mobilizou tantas pessoas por todo o Brasil. Sem a atuação deles, a sociedade teria engolido mais um peixe podre dos extremistas LGBT.
Mas os esquerdistas não estão totalmente infelizes, pois o diversificado cardápio ideológico inclui muito mais do que só ativismo homossexual. Restará agora à sociedade, que nenhuma escolha tem nesse cardápio, engolir o peixe ao sabor petista com um recheio oculto de ativismo “cultural” afro-brasileiro…
Portanto, cabe aos cidadãos se conscientizarem mais, sempre olhando desconfiadamente para as generosas ofertas políticas de inescrupulosos parlamentares-garçons e principalmente dos chefs da cozinha estatal prontos para entregar de bandeja pratos disfarçados de uma variedade de ativismos nocivos. Só a mobilização de cidadãos bem informados e conscientes garante a vitória contra as malandragens políticas.
Fonte: www.juliosevero.com
Assessores atentos frustram tentativas do governo e aliados LGBT de avançar agenda gay debaixo dos panos
Julio Severo
A bancada evangélica, com a ajuda de assessores atentos, passou a perna em quem queria passar a perna no Brasil. A vitória da bancada evangélica foi noticiada no jornal esquerdista Folha de S. Paulo, que relatou, em sua própria versão: “A recente tramitação no Congresso do projeto que criou o Ministério da Pesca escondeu uma batalha em que a Frente Parlamentar Evangélica se saiu vitoriosa — e rendeu críticas ao governo por parte de grupos de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (LGBT)”.
A versão da Folha, intitulada “Bancada evangélica emperra projetos de gays no Congresso”, errou, pois o projeto não era nem é de gays. É só de peixes. A bancada evangélica não emperrou o projeto, mas apenas o esquema gay que foi introduzido no projeto. Por que motivo enfiaram concessão de cargos para ativistas homossexuais no meio de um projeto de pescaria é uma boa pergunta. A versão amortecedora da Folha foi tão favorável às intenções do governo que ganhou destaque no site oficial do PT.
Como é que o PT não ia ficar contente? A matéria citou até Luiz Mott, aliado de Lula e o maior ativista gay do Brasil, acusado de apoio ao sexo com menores e que ameaçou líderes pró-família, postando descaradamente o endereço residencial deles na internet. Nesse golpe baixo, Mott não poupou nem mesmo Julio Severo.
A Folha nada viu de estranho ou anormal na introdução sorrateira de favorecimentos à agenda gay dentro de um projeto relativo ao Ministério da Pesca e ainda lamentou, na voz de um entrevistado:
O responsável pelas políticas LGBT na Secretaria de Direitos Humanos, Eduardo Santarelo, reconhece que as expressões relativas ao grupo foram retiradas por pressão dos evangélicos. “Qualquer menção no projeto de lei que tivesse a questão LGBT e o combate à homofobia, eles cortaram. Teve-se que negociar para aprovar o projeto como um todo”, disse ele.
O que a Folha está insinuando? Que o certo seria deixar o esquema gay escondidinho num projeto sobre pesca? Que é natural e normal que políticas de pesca dêem prioridade ao combate à “homofobia”? Afinal, o que é que os peixes têm a ver com a imposição da agenda gay na sociedade humana?
Depois, a mídia brasileira se queixa de que está perdendo seus leitores e telespectadores e reclama também dos blogs, onde o leitor não fica dependente do jornalismo-capacho, que submete a verdade ao capricho de censores ideológicos ou torce sua apresentação para agradar a um governo que investe bilhões na mídia com o propósito exclusivo de elevar sua popularidade. Como uma mídia que recebe tanto dinheiro do governo o incomodará com notícias desfavoráveis, mas verdadeiras e necessárias?
Se a imprensa cumprisse seu papel de relatar as notícias do jeito que são, não do jeito que quer, a existência de blogs seria desnecessária. A existência de blogs é um atestado da insatisfação do povo com as “notícias oficiais e oficialmente omissoras”.
Portanto, muito diferente da omissão da mídia brasileira e da matéria amortecedora da Folha, pude no Blog Julio Severo tratar do assunto de forma bem honesta e sincera no meu conhecido artigo “O peixe é a isca: projeto de lei sobre pesca vira “peixe-de-tróia” da agenda gay”, que denunciou para todo o Brasil o que estava acontecendo debaixo dos panos. Parte da minha denúncia diz:
Algo está cheirando a peixe podre no governo do rei Lula. Como se já não bastassem os cavalos-de-tróias para promover leis anti-“homofobia”, agora o PT criou o “peixe-de-tróia”. Está tramitando no Congresso Nacional o PL 3960/2008, de autoria do Poder Executivo, o qual dispõe sobre o Ministério da Pesca e Aquicultura.
Aparentemente, a intenção original do projeto era lidar apenas com peixes. Mas então, políticos petistas tiveram a inspiração de sequestrá-lo para outro objetivo. Afinal, quem é que desconfiaria que a agenda gay poderia vir embutida numa legislação sobre peixes? Foi com tal inspiração que a deputada Irini Lopes (do PT do Espírito Santo) apresentou a emenda 34 ao PL 3960/2008.
Normalmente, a emenda de um projeto de peixes deveria tratar apenas de peixes. Contudo, a emenda 34, conforme o Dr. Paulo Fernando de Melo explica, estabelece “o Conselho Nacional com inúmeros cargos para gays, bissexuais, travestis e transexuais, equiparando-o aos Conselhos da Criança e do Adolescente, ao Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa Portadora de Deficiência e ao Conselho Nacional dos Direitos do Idoso”.
Não é malandragem política seqüestrar um projeto sobre pesca, tornando-o hospedeiro de um esquema ideológico parasitário? Em vez de intitular imparcialmente de “Bancada evangélica frustra manobra gay no Congresso”, ou “Bancada evangélica frustra esquema gay dentro de projeto sobre pesca”, ou outro título objetivo e imparcial, a Folha de S. Paulo preferiu deixar de fora a sujeira da maquinação e tratar o assunto a partir do ângulo dos oportunistas perdedores, ao dizer: “Bancada evangélica emperra projetos de gays no Congresso”. Não deveria então a bancada evangélica, e todas as outras bancadas, emperrar tão sórdida maquinação?
O importante agora é que, quer os oportunistas gostem ou não, quer o governo Lula goste ou não, quer os extremistas LGBT gostem ou não, quer a imprensa esquerdista goste ou não, a vitória sobre as tramas, a vitória sobre as mentiras, a vitória sobre as forças ocultas bem financiadas, a vitória sobre o peixe-de-tróia foi total contra a agenda gay.
Contudo, não houve vitória nenhuma contra outras agendas, porque, conforme informa a Folha, o projeto estabelece que o Ministério da Pesca terá “uma comissão enrustida: o Conselho contra Discriminação”. Esse foi o único ponto da matéria inteira que mais se aproximou de algo que dava levemente para se reconhecer como “trama”. O Dicionário Michaelis diz que o termo “enrustido” se refere “àquele que não assume sua condição”, e o Dicionário Aurélio é mais ousado, dizendo que esse termo significa “homossexual não assumido”. Por que então a Folha não disse logo que o projeto sobre pescaria era na verdade um “projeto homossexual não assumido”? Porque é norma dos tramadores na política e na mídia não deixar suas obras ocultas “saírem do armário”.
Muito diferente da Folha, cuja matéria saiu com destaque no site oficial do PT, quando a turma petista e LGBT ler meu artigo, pode ter certeza de que eles não pensarão em postá-lo no site do PT!
A bancada evangélica conseguiu tirar do endinheirado bonde anti-discriminação enrustido somente os oportunistas gays. Os outros oportunistas conseguiram pegar carona no peixe-de-tróia. Promotores da “cultura” afro-brasileira (título politicamente correto que em grande parte acoberta pais-de-santo) terão elevados cargos, com direito de promover sua “cultura”, á custa dos peixes, que terão de pagar salários milionários para ativistas anti-discriminação que vivem de sugança dos recursos públicos. É melhor você crer nessa piada dos peixes pagando a conta de tudo, para não sentir a dor no seu próprio bolso.
A bancada evangélica saiu vitoriosa contra os oportunistas gays do enrustido bonde da alegria, graças ao incansável e importante trabalho de vigilância da Dra. Damares Alves e do Dr. Paulo Fernando de Melo. Sem a assistência deles, que me procuraram prontamente para me avisar das manobras ocultas, eu não poderia ter escrito o artigo de alerta que mobilizou tantas pessoas por todo o Brasil. Sem a atuação deles, a sociedade teria engolido mais um peixe podre dos extremistas LGBT.
Mas os esquerdistas não estão totalmente infelizes, pois o diversificado cardápio ideológico inclui muito mais do que só ativismo homossexual. Restará agora à sociedade, que nenhuma escolha tem nesse cardápio, engolir o peixe ao sabor petista com um recheio oculto de ativismo “cultural” afro-brasileiro…
Portanto, cabe aos cidadãos se conscientizarem mais, sempre olhando desconfiadamente para as generosas ofertas políticas de inescrupulosos parlamentares-garçons e principalmente dos chefs da cozinha estatal prontos para entregar de bandeja pratos disfarçados de uma variedade de ativismos nocivos. Só a mobilização de cidadãos bem informados e conscientes garante a vitória contra as malandragens políticas.
Fonte: www.juliosevero.com
terça-feira, 9 de junho de 2009
TAXA DE REJEIÇÃO DE DILMA É MAIOR QUE A DE SERRA,DIZ PESQUISA CNI/IPOPE
09/06/2009 - 12h32
Taxa de rejeição de Dilma é maior que a de Serra, diz pesquisa CNI/Ibope
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GABRIELA GUERREIRO
da Folha Online, em Brasília
Pesquisa CNI/Ibope divulgada nesta terça-feira mostra que o governador de São Paulo, José Serra (PSDB), é o pré-candidato ao Palácio do Planalto com menor rejeição entre os eleitores. No total, 25% dos eleitores responderam que não votariam no tucano "de jeito nenhum" para a presidência, enquanto a rejeição à ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) chega a 34%.
O governador Aécio Neves aparece com 35% de rejeição, enquanto o deputado Ciro Gomes (PSB-CE), com 32%. A candidata com maior rejeição entre os eleitores é a ex-senadora Heloísa Helena (PSOL-AL), com 40% dos eleitores que responderam que não votariam na pré-candidata do PSOL "de jeito nenhum".
Para o diretor de relações institucionais da CNI (Confederação Nacional da Indústria), Marco Antonio Guarita, a alta rejeição a Dilma e a outros pré-candidatos é consequência do desconhecimento da população a esses nomes.
"Há uma diferença muito grande de conhecimento dos pré-candidatos, o que aponta a rejeição. Candidatos menos conhecidos têm a probabilidade de ter uma rejeição maior, já que a rejeição ocorre em razão do desconhecimento", afirmou.
Além de ter a menor rejeição entre os candidatos, Serra também aparece como o pré-candidato com maior aceitação junto à população brasileira. Segundo a pesquisa, 27% dos eleitores responderam que votariam "com certeza" no candidato tucano. Dilma aparece em segundo lugar, com 13% de aceitação, seguida pelo deputado Ciro Gomes, com 10%, o governador Aécio, com 8% e a ex-senadora Heloísa Helena, com 6%.
Entre os eleitores que poderiam votar nos pré-candidatos, sem ter a certeza, Serra e Ciro lideram empatados com 38%. Heloísa Helena aparece em segundo lugar, com 27%, seguida por Dilma, com 26%. Aécio aparece em último lugar com 21% dos eleitores que "poderiam votar" no tucano para o Palácio do Planalto.
Conhecimento
Segundo a pesquisa, o pré-candidato mais conhecido entre a população brasileira é Serra. No total, 31% dos eleitores responderam que "conhecem bem ou sabem muito" sobre o governador, enquanto a ministra Dilma é bem conhecida por somente 9 % dos eleitores.
Ciro Gomes, apontado como pré-candidato do PSB à presidência, aparece em segundo lugar sendo bastante conhecido por 13% dos eleitores, enquanto Aécio Neves é muito conhecido por somente 9% dos eleitores --empatado com Dilma e com a ex-senadora Heloísa Helena.
Serra também lidera quando a pesquisa questiona os eleitores se conhecem "mais ou menos" ou sabem alguma coisa sobre o pré-candidato. O tucano aparece com 45% das respostas, seguido por Ciro com 39%, Dilma e Heloísa Helena empatadas com 27% e Aécio com 20% das respostas.
Quando os eleitores foram questionados se "nunca ouviram falar" nos pré-candidatos, Aécio aparece em primeiro lugar com 21% das respostas, seguido por Dilma, com 15%. Em terceiro lugar aparece Heloísa Helena, com 11%, depois Ciro, com 4% e Serra com apenas 1% das respostas.
Leia mais notícias sobre eleições
Serra lidera disputa para 2010 com 38%; Dilma tem 18%, diz pesquisa
Avaliação positiva do presidente Lula volta a subir em maio para 81,5% após recuo
Aprovação a Lula volta a patamar recorde
Taxa de rejeição de Dilma é maior que a de Serra, diz pesquisa CNI/Ibope
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GABRIELA GUERREIRO
da Folha Online, em Brasília
Pesquisa CNI/Ibope divulgada nesta terça-feira mostra que o governador de São Paulo, José Serra (PSDB), é o pré-candidato ao Palácio do Planalto com menor rejeição entre os eleitores. No total, 25% dos eleitores responderam que não votariam no tucano "de jeito nenhum" para a presidência, enquanto a rejeição à ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) chega a 34%.
O governador Aécio Neves aparece com 35% de rejeição, enquanto o deputado Ciro Gomes (PSB-CE), com 32%. A candidata com maior rejeição entre os eleitores é a ex-senadora Heloísa Helena (PSOL-AL), com 40% dos eleitores que responderam que não votariam na pré-candidata do PSOL "de jeito nenhum".
Para o diretor de relações institucionais da CNI (Confederação Nacional da Indústria), Marco Antonio Guarita, a alta rejeição a Dilma e a outros pré-candidatos é consequência do desconhecimento da população a esses nomes.
"Há uma diferença muito grande de conhecimento dos pré-candidatos, o que aponta a rejeição. Candidatos menos conhecidos têm a probabilidade de ter uma rejeição maior, já que a rejeição ocorre em razão do desconhecimento", afirmou.
Além de ter a menor rejeição entre os candidatos, Serra também aparece como o pré-candidato com maior aceitação junto à população brasileira. Segundo a pesquisa, 27% dos eleitores responderam que votariam "com certeza" no candidato tucano. Dilma aparece em segundo lugar, com 13% de aceitação, seguida pelo deputado Ciro Gomes, com 10%, o governador Aécio, com 8% e a ex-senadora Heloísa Helena, com 6%.
Entre os eleitores que poderiam votar nos pré-candidatos, sem ter a certeza, Serra e Ciro lideram empatados com 38%. Heloísa Helena aparece em segundo lugar, com 27%, seguida por Dilma, com 26%. Aécio aparece em último lugar com 21% dos eleitores que "poderiam votar" no tucano para o Palácio do Planalto.
Conhecimento
Segundo a pesquisa, o pré-candidato mais conhecido entre a população brasileira é Serra. No total, 31% dos eleitores responderam que "conhecem bem ou sabem muito" sobre o governador, enquanto a ministra Dilma é bem conhecida por somente 9 % dos eleitores.
Ciro Gomes, apontado como pré-candidato do PSB à presidência, aparece em segundo lugar sendo bastante conhecido por 13% dos eleitores, enquanto Aécio Neves é muito conhecido por somente 9% dos eleitores --empatado com Dilma e com a ex-senadora Heloísa Helena.
Serra também lidera quando a pesquisa questiona os eleitores se conhecem "mais ou menos" ou sabem alguma coisa sobre o pré-candidato. O tucano aparece com 45% das respostas, seguido por Ciro com 39%, Dilma e Heloísa Helena empatadas com 27% e Aécio com 20% das respostas.
Quando os eleitores foram questionados se "nunca ouviram falar" nos pré-candidatos, Aécio aparece em primeiro lugar com 21% das respostas, seguido por Dilma, com 15%. Em terceiro lugar aparece Heloísa Helena, com 11%, depois Ciro, com 4% e Serra com apenas 1% das respostas.
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ESTUDOS BÍBLICOS EDIFICANTES
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Presados pastores que desejam que os membros de sua Igreja possam a crescer na vida espiritual,tendo conhecimento mais eficaz da Palavra de Deus e que possam a dar fruto de verdade ganhando muitas almas para o Senhor Jesus Cristo e fazendo um discipulado eficiente basta convidar o ELIAS DE OLIVEIRA Membro da Igreja Evangélica Assembleia de Deus Ministério do Belém a onde que Ele é Diácono e Bacharel em Teologia é Pregador .E que também Ele irá fazer uma poderosa oração para Jesus Cristo Batizar com Espirito Santo,para ter uma Vida Espiritual Abençoada por Deus para ter uma Vida Matérial e Prosperidade e para Deus da Carro e uma Casa Própria,uma Viagem Abençoada por Deus, Um Casamento Feliz e muito mais fazendo que o povo tenha uma Vida com mais comunhão com Deus.
Para tanto basta ligar já para ELIAS DE OLIVEIRA Fone:34617496 ou 97486104.
Veja este Blog htppt://palestranteeliasdeoliveira.blogspot.com/ Veja também este Site www.granabrasil.com.br/OLIDEOLI E-email: olideoli@yahoo.com.br
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quinta-feira, 4 de junho de 2009
DILMA SOBE EM PESQUISAS PARA 2010,DIZ CNT/SENSUS
Dilma sobe em pesquisas para 2010, diz CNT/Sensus
Piero Locatelli
Do UOL Notícias
Em BrasíliaIntenção de voto para presidente (escolha espontânea)
Lula (não concorrerá) 16,2%
José Serra 8,8%
Dilma Rousseff 3,6%
Aécio Neves 2,9%
Ciro Gomes 1,5%
Heloísa Helena 1,4%
Outros 1,7%
Branco/Nulo 7%
Não sabe/Não Respondeu 56,9%
Fonte: CNT/Sensus
Dilma Rousseff, ministra da Casa Civil e possível candidata do PT à presidência, melhorou sua posição em todas as simulações das eleições de 2010, de acordo com pesquisa divulgada hoje (30) pela CNT/Sensus. Na pesquisa espontânea, ela atingiu 3,6% da preferência, num empate técnico com o governador mineiro e tucano Aécio Neves, que possui 2,9%.
"Há uma maior percepção da população de que as eleições estão se aproximando", afirmou Ricardo Guedes, diretor da CNT/Sensus, sobre o aumento da preferência pela candidata Dilma Rousseff e a diminuição no número de indecisos, em todas as simulações feitas.
Na votação espontânea, Lula lidera, com 16,2%. O presidente, porém, não poderá ser novamente candidato.
Nas pesquisas estimuladas, em que são dados os nomes dos candidatos ao entrevistado, o governador paulista José Serra (PSDB) lidera todos os quadros, nos quais aparece de maneira isolada. Já Aécio Neves empata com Dilma Rousseff em um possível confronto com ela no primeiro turno e perde para ela na simulação do segundo.
O deputado Ciro Gomes (PSB), assim como Dilma, também melhorou em todos os quadros estimulados. Ele empata tecnicamente com Aécio e perde para Serra num possível primeiro turno entre eles. Já no segundo, perderia para Serra e ganharia de Aécio.
Você votaria no candidato de Lula?
jan/2009 mar/2009
É o único em que votaria 15,6% 21,5%
Poderia votar 28,9% 28,6%
Não votaria 18,4% 20,3%
Só conhecendo o candidato 34% 25,9%
Não sabe/Não respondeu 2,3% 3,9%
Fonte: CNT/Sensus
As simulações com Ciro, porém, o consideram como candidato da base governista, sem concorrer com Dilma Rousseff. Não foram feitas simulações envolvendo os dois candidatos.
Já a vereadora de Maceió e presidente do Psol, Heloisa Helena, se mantém na terceira posição em todas as simulações, com variação de 11% a 19% de preferência, nas quatro avaliações feitas pelo instituto.
50,1% votariam no candidato de Lula
Apesar da queda na avaliação positiva do presidente, aumentou a quantidade de eleitores que votariam exclusivamente no
Aprovação ao governo Lula cai dez pontos desde janeiro, diz CNT/Sensus
A avaliação positiva do governo Lula caiu de 72,5% para 62,4% desde janeiro desta ano, de acordo com pesquisa divulgada hoje (30) pela CNT/Sensus.
Leia mais
Na sua opinião, o que contribuiu para a queda na aprovação ao governo Lula?
candidato apoiado por Lula. O índice subiu de 15,6% para 21,5%. Somado esse índice ao dos eleitores que poderiam votar no candidato apoiado por lula (28,6%), o total de entrevistados que votaria no candidato do presidente chega a 50,1%.
Outros 20,3% não votariam no candidato que tivesse o apoio de Lula e 25,9% só votariam se conhecessem o candidato.
A pesquisa CNT/Sensus foi realizada entre os dias 23 e 27 de março, em 136 municípios de 24 Estados. Foram ouvidas 2.000 pessoas, e a margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou menos. UOL CelularAcompanhe as notícias do UOL no seu celular.
Piero Locatelli
Do UOL Notícias
Em BrasíliaIntenção de voto para presidente (escolha espontânea)
Lula (não concorrerá) 16,2%
José Serra 8,8%
Dilma Rousseff 3,6%
Aécio Neves 2,9%
Ciro Gomes 1,5%
Heloísa Helena 1,4%
Outros 1,7%
Branco/Nulo 7%
Não sabe/Não Respondeu 56,9%
Fonte: CNT/Sensus
Dilma Rousseff, ministra da Casa Civil e possível candidata do PT à presidência, melhorou sua posição em todas as simulações das eleições de 2010, de acordo com pesquisa divulgada hoje (30) pela CNT/Sensus. Na pesquisa espontânea, ela atingiu 3,6% da preferência, num empate técnico com o governador mineiro e tucano Aécio Neves, que possui 2,9%.
"Há uma maior percepção da população de que as eleições estão se aproximando", afirmou Ricardo Guedes, diretor da CNT/Sensus, sobre o aumento da preferência pela candidata Dilma Rousseff e a diminuição no número de indecisos, em todas as simulações feitas.
Na votação espontânea, Lula lidera, com 16,2%. O presidente, porém, não poderá ser novamente candidato.
Nas pesquisas estimuladas, em que são dados os nomes dos candidatos ao entrevistado, o governador paulista José Serra (PSDB) lidera todos os quadros, nos quais aparece de maneira isolada. Já Aécio Neves empata com Dilma Rousseff em um possível confronto com ela no primeiro turno e perde para ela na simulação do segundo.
O deputado Ciro Gomes (PSB), assim como Dilma, também melhorou em todos os quadros estimulados. Ele empata tecnicamente com Aécio e perde para Serra num possível primeiro turno entre eles. Já no segundo, perderia para Serra e ganharia de Aécio.
Você votaria no candidato de Lula?
jan/2009 mar/2009
É o único em que votaria 15,6% 21,5%
Poderia votar 28,9% 28,6%
Não votaria 18,4% 20,3%
Só conhecendo o candidato 34% 25,9%
Não sabe/Não respondeu 2,3% 3,9%
Fonte: CNT/Sensus
As simulações com Ciro, porém, o consideram como candidato da base governista, sem concorrer com Dilma Rousseff. Não foram feitas simulações envolvendo os dois candidatos.
Já a vereadora de Maceió e presidente do Psol, Heloisa Helena, se mantém na terceira posição em todas as simulações, com variação de 11% a 19% de preferência, nas quatro avaliações feitas pelo instituto.
50,1% votariam no candidato de Lula
Apesar da queda na avaliação positiva do presidente, aumentou a quantidade de eleitores que votariam exclusivamente no
Aprovação ao governo Lula cai dez pontos desde janeiro, diz CNT/Sensus
A avaliação positiva do governo Lula caiu de 72,5% para 62,4% desde janeiro desta ano, de acordo com pesquisa divulgada hoje (30) pela CNT/Sensus.
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Na sua opinião, o que contribuiu para a queda na aprovação ao governo Lula?
candidato apoiado por Lula. O índice subiu de 15,6% para 21,5%. Somado esse índice ao dos eleitores que poderiam votar no candidato apoiado por lula (28,6%), o total de entrevistados que votaria no candidato do presidente chega a 50,1%.
Outros 20,3% não votariam no candidato que tivesse o apoio de Lula e 25,9% só votariam se conhecessem o candidato.
A pesquisa CNT/Sensus foi realizada entre os dias 23 e 27 de março, em 136 municípios de 24 Estados. Foram ouvidas 2.000 pessoas, e a margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou menos. UOL CelularAcompanhe as notícias do UOL no seu celular.
quarta-feira, 3 de junho de 2009
CÂMARA APROVA PROJETO QUE AGILIZA DIVÓRCIO
Câmara aprova projeto que agiliza divórcio
Notícias
Fonte: Folha de São Paulo
divorcioA Câmara dos Deputados aprovou ontem, com 374 favoráveis e 15 contrários, proposta de emenda constitucional que acaba com a figura da separação judicial, facilitando o divórcio de casais. O prazo de dois anos da separação de fato de um casal, hoje previsto como uma possibilidade para se fazer o divórcio direto, sem separação formal anterior, também sai do texto constitucional.
O projeto, apresentado em nome do IBDFAM (Instituto Brasileiro de Direito da Família), precisa passar por outra votação na Câmara e mais duas no Senado antes de ser promulgado e entrar em vigor.
Atualmente, há duas maneiras de se conseguir o divórcio. Depois de um ano da data da sentença da separação judicial ou após dois anos da separação de fato (com a saída de uma das partes de casa, por exemplo). Com o projeto, o casal poderia conseguir o divórcio, na teoria, no dia seguinte da separação.
Para Marcos Quezado, 46, a existência de um divórcio sem separação evitaria sofrimento, inclusive para os filhos. Separado de fato há um ano, Quezado conseguiu há três dias a separação judicial, mas precisa esperar um ano para dissolver o casamento, que durou 13 anos.
"Fica como uma situação não consolidada. No meu caso, como na maioria, não tem retorno, fica uma coisa que não é. Quando há crianças pequenas elas não entendem bem."
O autor de uma das duas propostas que deram corpo ao texto aprovado, deputado Sérgio Carneiro (PT-BA), diz que a mudança vai facilitar a vida das pessoas. "Vamos eliminar dois processos, dois honorários advocatícios e vamos economizar tempo do judiciário", disse.
Ele alega ainda que hoje muita gente fica apenas no processo de separação, não chegando ao divórcio de fato. "Eles não querem depois de algum tempo resgatar as mesmas mágoas do passado", explica.
Críticos da proposta dizem que a mudança vai contra a instituição familiar. "Conheço muita gente que retorna ao casamento após algum tempo. O divórcio não pode ser vulgarizado assim", diz o deputado Miguel Martini (PHS-MG).
As regras estabelecidas pelo projeto valem para todas as hipóteses de separação, sejam litigiosas ou consensuais.
Dados do IBGE mostram que, em 2007, foram concedidos 152.291 divórcios em primeira instância no país, sendo que 69% foram diretos -sem a separação formal. As separações judiciais foram 91.743.
Matéria original: Câmara aprova projeto que agiliza divórcio
Notícias
Fonte: Folha de São Paulo
divorcioA Câmara dos Deputados aprovou ontem, com 374 favoráveis e 15 contrários, proposta de emenda constitucional que acaba com a figura da separação judicial, facilitando o divórcio de casais. O prazo de dois anos da separação de fato de um casal, hoje previsto como uma possibilidade para se fazer o divórcio direto, sem separação formal anterior, também sai do texto constitucional.
O projeto, apresentado em nome do IBDFAM (Instituto Brasileiro de Direito da Família), precisa passar por outra votação na Câmara e mais duas no Senado antes de ser promulgado e entrar em vigor.
Atualmente, há duas maneiras de se conseguir o divórcio. Depois de um ano da data da sentença da separação judicial ou após dois anos da separação de fato (com a saída de uma das partes de casa, por exemplo). Com o projeto, o casal poderia conseguir o divórcio, na teoria, no dia seguinte da separação.
Para Marcos Quezado, 46, a existência de um divórcio sem separação evitaria sofrimento, inclusive para os filhos. Separado de fato há um ano, Quezado conseguiu há três dias a separação judicial, mas precisa esperar um ano para dissolver o casamento, que durou 13 anos.
"Fica como uma situação não consolidada. No meu caso, como na maioria, não tem retorno, fica uma coisa que não é. Quando há crianças pequenas elas não entendem bem."
O autor de uma das duas propostas que deram corpo ao texto aprovado, deputado Sérgio Carneiro (PT-BA), diz que a mudança vai facilitar a vida das pessoas. "Vamos eliminar dois processos, dois honorários advocatícios e vamos economizar tempo do judiciário", disse.
Ele alega ainda que hoje muita gente fica apenas no processo de separação, não chegando ao divórcio de fato. "Eles não querem depois de algum tempo resgatar as mesmas mágoas do passado", explica.
Críticos da proposta dizem que a mudança vai contra a instituição familiar. "Conheço muita gente que retorna ao casamento após algum tempo. O divórcio não pode ser vulgarizado assim", diz o deputado Miguel Martini (PHS-MG).
As regras estabelecidas pelo projeto valem para todas as hipóteses de separação, sejam litigiosas ou consensuais.
Dados do IBGE mostram que, em 2007, foram concedidos 152.291 divórcios em primeira instância no país, sendo que 69% foram diretos -sem a separação formal. As separações judiciais foram 91.743.
Matéria original: Câmara aprova projeto que agiliza divórcio
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